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Emprego formal segue em alta no RN, puxado por Comércio e Serviços

O Rio Grande do Norte abriu 1.548 postos de trabalho com carteira assinada em novembro de 2025, segundo dados do Caged, registrando o oitavo mês consecutivo de saldo positivo.

O saldo de novembro foi sustentado pelos setores de Comércio e de Serviços, que juntos responderam por 1.556 novas vagas, número superior ao total líquido do mês, devido aos saldos negativos registrados na Agropecuária e na Construção Civil.

O Comércio teve o melhor desempenho do ano, com a abertura de 1.038 postos, refletindo o aumento da atividade no período.

Do ponto de vista territorial, 78 dos 167 municípios potiguares apresentaram saldo positivo, com destaque para Natal, que concentrou mais da metade das vagas criadas no estado. No acumulado de 2025 até novembro, o RN soma 21.138 postos de trabalho criados.

Comércio e Serviços foram responsáveis por 59% desse total, com 12.467 vagas, enquanto 137 municípios tiveram saldo positivo no ano, novamente com liderança de Natal, que concentrou mais de 40% das contratações.

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Custo Unitário Básico da construção civil apresenta aumento no RN

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Norte (Sinduscon/RN) divulgou a atualização do Custo Unitário Básico (CUB/m²) referente aos meses de outubro e novembro de 2025, indicador fundamental para o acompanhamento dos custos da construção civil no estado.

Em outubro, o CUB/m² foi fixado em R$ 1.993,99, apresentando uma variação positiva de 1,95% em relação ao mês anterior. Já em novembro, o índice alcançou R$ 1.996,59, com um aumento mais moderado de 0,13%.

O CUB é o principal parâmetro utilizado pelo setor da construção civil para o planejamento, orçamento e acompanhamento financeiro de obras e novos empreendimentos, refletindo a variação dos custos com materiais e equipamentos.

A atualização mensal do índice permite maior previsibilidade para construtoras, incorporadoras, investidores e demais agentes do mercado, contribuindo para decisões mais estratégicas e alinhadas à realidade econômica do setor no Rio Grande do Norte.

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RN abre 11 novos mercados com destaque para o continente africano

O ano de 2025 registrou um movimento significativo de abertura de 11 novos mercados internacionais para o Rio Grande do Norte – se comparado a 2024 – e o continente africano concentrou 37%  dessas relações, refletindo o dinamismo das cadeias produtivas locais e a estratégia de diversificação geográfica das exportações do estado.

É o que pontua a Nota Técnica que analisa o cenário das relações comerciais internacionais potiguar divulgada pela Secretaria de Desenvolvimento, da Ciência, da Tecnologia e da Inovação nesta sexta-feira (05).

Com base nos dados mais recentes divulgados pela plataforma Comex Stat, a Equipe Técnica da SEDEC mostrou que o RN passou a exportar em 2025 para: Geórgia, Mauritânia, Serra Leoa, Haiti, Cabo Verde, Ilhas Turcas e Caicos, Guiana, Ucrânia, Bangladesh, Suécia e Burundi, fortalecendo sua presença em regiões onde ainda tinha participação limitada e consolidando novas rotas comerciais. Dentre esses destinos, destaca-se a Geórgia, que surge como o principal novo parceiro comercial, movimentando US$ 4,8 milhões, impulsionados sobretudo pela exportação de outros açúcares de cana.

O resultado evidencia a capacidade do setor sucroenergético potiguar de alcançar mercados não tradicionais e competir em novos polos de consumo.

Entre os produtos exportados, foram: açúcares, caramelos e derivados; têxteis; frutas frescas ou processadas; querosene de aviação; peixes congelados, exceto filés; calçados de borracha ou plástico; outros sacos para embalagem; resíduos e outras ligas de aço; e, outras preparações capilares.

Na divisão continental dos novos mercados, a Nota Técnica assim apresenta: 1) África; 2) Europa; 3) América do Norte; 4) América do Sul e 5) Ásia. A aproximação do Rio Grande do Norte ao continente africano obedece ao movimento nacional capitaneado pelo Governo Federal por meio da política externa e da dinâmica comercial brasileira.

Nos últimos anos, o Brasil intensificou sua estratégia de aproximação econômica com o continente africano, impulsionada pela crescente demanda africana por commodities agrícolas como açúcar, milho e carnes e pelo avanço de um mercado consumidor em expansão.

Iniciativas governamentais, lideradas pela ApexBrasil, pelo Ministério da Agricultura (MAPA) e pelo Itamaraty (MRE), como a abertura de novos mercados, missões empresariais e ações de fortalecimento das relações diplomáticas e comerciais, também têm contribuído para ampliar a presença brasileira na África.

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Contran aprova fim de aulas obrigatórias em autoescolas

G1

Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou nesta segunda-feira (1º) uma resolução que acaba com a exigência de aulas em autoescolas para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

norma passará a valer após ser publicada no Diário Oficial da União, o que deve acontecer nos próximos dias.

Além de pôr fim à obrigatoriedade das aulas em autoescolas, a resolução também atualiza e estabelece novas regras para tirar a CNH.

Estão entre as mudanças:

  • diminuição da carga horária mínima para aulas práticas e teóricas;
  • e o fim do prazo de validade do processo de obtenção da primeira CNH.

As novas regras não alteram algumas etapas do processo. Para conquistar a carteira de motorista, o candidato ainda terá de realizar provas teóricas e práticas.

O exame toxicológico também seguirá obrigatório para motoristas das categorias C (veículos de carga, como caminhões); (transporte de passageiros, como ônibus) e (carretas e veículos articulados).

O governo afirma que o objetivo do novo regramento é diminuir o custo e a burocracia para obter a CNH.

  • Em abril, uma pesquisa encomendada pelo Ministério dos Transportes apontou que o custo elevado é o principal motivo pelo qual um terço dos brasileiros não possui carteira de motorista.
  • O mesmo levantamento indicou que quase metade dos brasileiros que dirige sem habilitação afirma não regularizar a situação devido ao valor do processo.

Atualmente, segundo o Ministério dos Transportes, 20 milhões de brasileiros dirigem sem habilitação.

A pasta espera que, com as alterações, o número de condutores habilitados cresça, reduzindo o índice de motoristas sem formação adequada.

Veja a seguir, nesta reportagem, os principais pontos das novas regras para obtenção da CNH

INFOGRÁFICO – O que muda nas regras para tirar a CNH — Foto: Arte/g1

INFOGRÁFICO – O que muda nas regras para tirar a CNH — Foto: Arte/g1

Aulas teóricas

A resolução aprovada pelo Contran prevê que deixará de existir uma carga horária mínima pré-definida para as aulas teóricas.

duração e a estrutura serão livremente estabelecidas pela entidade que ministrará a aula, mas terão de seguir o conteúdo e as diretrizes previamente fixadas pelo Contran.

✏️ As aulas teóricas poderão ser presenciais ou remotas (ao vivo ou gravadas). Segundo o texto, o candidato poderá fazer as aulas por meio de uma plataforma do governo federal em:

  • autoescolas;
  • entidades especializadas de ensino à distância (EaD);
  • escolas públicas de trânsito;
  • entidades integrantes do Sistema Nacional de Trânsito.

Aulas práticas

Também haverá alteração nas aulas práticas. A resolução estabelece a figura do instrutor autônomo. Com isso, não será mais obrigatório fazer aulas práticas em autoescolas.

A carga horária mínima também mudará: de 20 horas para duas horas.

🚗 Além disso, o candidato poderá usar seu próprio veículo nas aulas práticas, desde que esteja acompanhado por um instrutor autorizado e que o carro atenda aos requisitos de segurança previstos no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

📋 Segundo as novas regras, além das aulas, o veículo do candidato também poderá ser usado na prova prática.

Instrutores autônomos

Os instrutores já registrados no sistema do governo serão notificados, via aplicativo da CNH, e poderão optar por atuar como instrutores autônomos.

📝 Para novos instrutores, o Ministério dos Transportes irá oferecer um curso de formação gratuito. Autoescolas e entidades credenciadas também poderão ofertar. Depois de concluir as aulas, o instrutor deverá solicitar autorização junto ao órgão executivo de trânsito.

De acordo com a pasta, os profissionais serão identificados oficialmente por meio do aplicativo. Nenhum instrutor poderá atuar sem autorização do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

🚫 Serão requisitos para a habilitação como instrutor autônomo:

  • ter ao menos 21 anos;
  • autorização do Detran;
  • ter CNH há pelo menos dois anos na categoria em que pretende instruir; e
  • ensino médio completo.

O candidato a instrutor também não poderá ter cometido infrações gravíssimas nos últimos 12 meses.

Provas teóricas e práticas

Montagem com fotos de provas teóricas (esquerda) e práticas (direita) para obtenção da CNH — Foto: Reprodução/Detran Pernambuco e Detran Espírito Santo

Montagem com fotos de provas teóricas (esquerda) e práticas (direita) para obtenção da CNH — Foto: Reprodução/Detran Pernambuco e Detran Espírito Santo

📄 As provas teóricas continuarão obrigatórias e seguirão com questões objetivas de múltipla escolha, na modalidade física ou eletrônica:

  • exames terão duração de, no mínimo, uma hora;
  • para ser aprovado na fase teórica, o candidato deverá alcançar aproveitamento mínimo de 20 acertos;
  • quem reprovar, poderá fazer de novo, sem limite de tentativas.

🚘Os exames práticos também serão obrigatórios:

  • candidato terá que seguir um trajeto pré-definido;
  • avaliação será feita por uma comissão de exame de direção veicular, composta por três membros;
  • será possível utilizar o próprio veículo para fazer a prova;
  • em caso de reprovação, será possível fazer novas avaliações — sem limite de tentativas e até alcançar a aprovação;
  • segunda tentativa poderá ser agendada sem cobranças adicionais.

Prazo de validade

processo de formação do candidato permanecerá aberto por tempo indeterminado e será encerrado apenas em casos estabelecidos na resolução.

⏳ Antes, a validade padrão do processo era de 12 meses.

Categorias C, D, E

🚛 A resolução também prevê a facilitação dos processos de obtenção de CNH para as categorias C, D e E, permitindo que os serviços sejam realizados por autoescolas ou por outras entidades.

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Damásio Medeiros e Stella Maris são empossados à presidência da CDL Mossoró

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Mossoró realizou na noite da sexta-feira (28), no Requinte Buffet, a solenidade de posse de sua nova diretoria para o quadriênio 2026-2029.

O evento marcou a transição da gestão de Stênio Max Fernandes de Freitas, que passou a condução da entidade ao empresário Damásio Medeiros e à empresária Stella Maris Marques. A cerimônia reuniu empresários, autoridades e membros da comunidade mossoroense e contou também com a presença do Presidente da FCDL RN, José Maria Silva.

Em seu discurso de posse, Damásio Medeiros, novo presidente, fez questão de externar sua gratidão ao ex-presidente Stênio Max “que tão bem trouxe a CDL até o patamar atual” e expressou sua alegria em ter como vice-presidente Stella Maris, a quem classificou como uma pessoa honrada que “irá lutar muito para ver a CDL cada vez maior.”

Damásio Medeiros, que se dedica à CDL há muitos anos, prometeu empenho total para o novo ciclo:

“Hoje é uma noite de gratidão. Há muitos anos me dedico à CDL, a ver a classe lojista reconhecida. E o que posso prometer pelos próximos quatro anos? Empenho! Trabalho! Luta! Eu não fujo dos desafios que a vida me impõe. Ao lado de Stella, e de todos, quero construir mais este legado, e prometo fazer o meu melhor todos os dias,” declarou o novo presidente.

Um dos momentos mais emocionantes da noite foi a homenagem póstuma prestada ao ex-presidente da CDL Mossoró, Elviro Rebouças, falecido este ano.

O novo presidente Damásio Medeiros dedicou um momento de reflexão e exibiu um vídeo em memória do amigo. Ele relembrou um encontro com Elviro, onde o ex-presidente fez dois pedidos: estar na nova diretoria (o que não foi possível) e que seu neto fizesse parte dos quadros da CDL.

“De onde você estiver, amigo, saiba que não conseguimos cumprir o primeiro, mas o seu neto Pedro está aqui comigo, fazendo parte desta CDL, e eu jamais esquecerei de tudo que você me ensinou,” emocionou-se Damásio, finalizando o momento com uma salva de palmas para Elviro Rebouças.

A empresária Stella Maris, empossada como Vice-Presidente, trouxe uma perspectiva histórica e de representatividade para seu discurso, que começou com uma homenagem à conterrânea Celina Guimarães Viana, que deixou uma “convocação que permanece viva” para as mulheres potiguares.

Com a posse da Diretoria Executiva, do Conselho Consultivo e do Conselho Fiscal, a CDL Mossoró inicia um novo ciclo de gestão.

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Setor de petróleo defende licenciamento mais efetivo

A lentidão no licenciamento ambiental voltou ao centro do debate no 10º Mossoró Oil & Gas Energy. Empresas e entidades do onshore potiguar reforçaram que a falta de agilidade no processo é hoje um dos maiores entraves ao avanço do setor no Rio Grande do Norte. O evento começou terça-feira e segue até hoje (27), na arena de eventos do Partage Mossoró.

Para os participantes, um modelo de licenças mais simples, previsível e eficiente é condição básica para atrair investimentos e manter um ambiente de negócios moderno e colaborativo.

Embora nenhuma atividade petrolífera possa funcionar sem licença ambiental válida, representantes do onshore apontam que, no RN, o processo tem sido excessivamente demorado.

Na conferência “Perspectivas da produção de óleo e gás no RN”, o CEO da Azevedo & Travassos Energia, Ivan Carvalho, destacou que a concessão pode levar cerca de sete meses, prazo que considera incompatível com a dinâmica da indústria. Segundo ele, o setor busca acelerar o trâmite sem flexibilizar normas ambientais.

“Não queremos fugir da responsabilidade. Queremos um processo mais simples, que gere agilidade. A burocracia trava uma atividade que movimenta a economia de forma singular”, afirmou.

Ônus e impacto

Levantamento do Observatório da Indústria Mais RN, da Fiern, mostra a dimensão do problema: licenciar no Estado pode custar até quatro vezes mais que em outros polos produtores e exigir até sete licenças por poço. Para o presidente da entidade, Roberto Serquiz, a palavra-chave é previsibilidade. Ele defende a conclusão da revisão da lei ambiental nº 272, em análise pelo Governo do Estado.

Avanços e perspectiva

A Associação Redepetro RN reconhece esforços do Idema para cumprir metas, mas avalia que ainda há espaço para ganhos de eficiência. “A velocidade do licenciamento pode gerar ainda mais prosperidade”, afirmou o presidente José Nilo dos Santos Júnior.

Apesar dos gargalos, o sentimento geral é de otimismo. O gerente de reservatórios onshore da Brava Energia, Frode Sedberg, vê grande potencial no Estado. “Precisamos de diálogo e de um ambiente competitivo, de ganha-ganha. acreditamos no Rio Grande do Norte e vamos permanecer aqui por muitos anos”, disse.

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Estudo aponta forte impacto do petróleo e gás na economia do RN

Responsável por cerca de 40% do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do Rio Grande do Norte, o setor de óleo e gás (O&G) onshore (em terra) participa em 23% na arrecadação de ICMS no Estado. No Oeste Potiguar, a cadeia de O&G é o motor da Indústria na região de Mossoró: os municípios da região que ampliaram o protagonismo da indústria extrativa entre 2011 e 2021 apresentaram um crescimento acumulado mediano do valor adicionado da indústria de 437,6%. É o que revela levantamento, apresentado pelo Sebrae RN, ontem (25), na abertura do Mossoró Oil & Gas Energy 2025, na Arena Partage Shopping, em Mossoró.

O estudo “Impacto do Onshore no Desenvolvimento Econômico”, conduzido pela Neoway em parceria com o Sebrae RN e Nilo Engenharia, mostra que, entre 2010 e 2021, o crescimento econômico foi expressivo nos municípios potiguares onde a indústria extrativa se expandiu. Se por um lado o crescimento acumulado mediano foi de 437,6% onde a cadeia aumentou protagonismo, por outro foi de apenas 37,6% nas cidades onde se manteve estável e até queda de 14% nas que registraram retração no setor.

Outro detalhe é que, nos municípios do Rio Grande do Norte onde ao longo de 10 anos a indústria extrativa aumentou o protagonismo, o crescimento acumulado mediano do PIB per capita foi de 116%, ao passo que em municípios onde esse protagonismo ficou estável ou decresceu o crescimento acumulado foi menor, de aproximadamente 111% e 80,8%.

O estudo, contudo, vai além de reafirmar o protagonismo da indústria extrativa (óleo e gás), ao destacar que figura entre as três atividades mais relevantes da região de Mossoró ao longo da década. O levantamento também projeta o futuro. A partir de modelo econométrico robusto para medir o impacto real da cadeia onshore, parte da premissa: e se a indústria de óleo & gás dobrasse de tamanho?

O levantamento revela impacto sobre emprego e renda, com amostra de 1.111 municípios produtores ou recebedores de royalties entre 2014 e 2024, ao considerar variáveis como novos poços, empregos em pequenas e médias empresas (PMEs), salários médios, arrecadação de ICMS/ISS e PIB per capita, revela impacto sobre emprego e renda.

Espaço para crescimento

O dobro de intervenções em poços (intervenções de completação) aumentaria em 14,3% os empregos e em 18% os salários. E os empregos aumentariam 32,4% e os salários (33%), se for dobrada a duração de abandono em municípios vizinhos.

Em relação à questão tributária, a arrecadação de ICMS no Estado aumentaria em 14,8% e a de ISS nos municípios cresceria 28%, se forem dobradas as intervenções de abandono nos poços. Quanto ao impacto sobre o PIB per capita, dobrar o número de empresas da cadeia energética aumentaria 13,6%.

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RN terá voo de Natal para Montevidéu

O Rio Grande do Norte, que teve um crescimento de mais de 100% no fluxo de turistas latino-americanos nos últimos doze meses, vai ganhar ainda mais conectividade com os países da América do Sul. Um novo voo, operado pela Gol, irá ligar Natal a Montevidéu a partir de 21 de março de 2026.

A nova rota terá vôos aos sábados, em três períodos do ano: de 21/03 a 04/04, de 04/07/ a 25/07 e de 05/12 a 26/12. O trecho de Natal para Montevidéu terá partida às 16h20 e chegada às 21h20, enquanto o trecho Montevidéu-Natal terá partidas às 22h15 e chegadas às 03h35. Ela se soma outras duas rotas da companhia que ligam Natal a aeroportos da América Latina – os de Ezeiza e do Aeroparque Jorge Newberry, na Argentina.

A linha é resultado dos esforços conjuntos de Embratur, Emprotur – a empresa de incentivo ao turismo do Rio Grande do Norte – e Zurich Airport Brasil – administradora do aeroporto de Natal – para atender à demanda cada vez maior de visitantes estrangeiros que buscam conhecer o estado potiguar.

“Essa nova conectividade com Montevidéu através da Gol resolverá um gargalo de conexão historicamente demandado pelas operadoras e agentes de viagens, que recebem pedidos constantes por parte de seus clientes. A Gol vem apostando no crescimento no Rio Grande do Norte e está colhendo os frutos, com aeronaves cheias e clientes satisfeitos”, diz Raoni Fernandes, presidente da Emprotur. O fluxo de viajantes para o Rio Grande do Norte tem crescido entre os 9 maiores emissores internacionais, mas 7 deles ainda não possuem vôos diretos para Natal, o que indica que a demanda ainda é maior que a oferta.

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Castanha de caju de Serra do Mel conquista Indicação Geográfica

A castanha de caju produzida em Serra do Mel, no Rio Grande do Norte, acaba de conquistar reconhecimento nacional. A edição desta terça-feira (25) da Revista da Propriedade Industrial, publicação oficial do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), trouxe o registro da Indicação Geográfica (IG) da Castanha de Caju de Serra do Mel, um marco histórico para os produtores potiguares e para a cadeia produtiva da cajucultura no estado.

O pedido foi protocolado em julho de 2024 pela Associação dos Produtores de Castanha de Serra do Mel (Aprocastanha), mas o processo começou bem antes. Ainda em 2020, no auge da pandemia, o Sebrae no Rio Grande do Norte iniciou o diagnóstico que identificou o produto como potencial candidato a uma IG. A partir daí, o trabalho foi ampliado com consultorias especializadas, construção do caderno técnico, definição dos critérios de uso e elaboração do símbolo distintivo, todas apoiadas pelo Sebrae.

A IG reconhecida para Serra do Mel é na modalidade Indicação de Procedência (IP), concedida a regiões que se tornaram referência na produção de determinado produto. E a reputação da castanha produzida no município dispensa apresentações: são 13 mil hectares dedicados exclusivamente à cajucultura, sendo principal atividade agrícola da cidade, que em 2022 recebeu o título de Capital da Castanha pela Lei Estadual n.º 11.223/2022.

“A IG conquistada, traz um novo momento para os produtores de castanha de caju da Serra do Mel. Acreditamos muito, que por meio desse reconhecimento e título, as castanhas originárias da Serra do Mel, estarão aptas a avançar a novos mercados, nacional e internacional, além do valor comercial que se agrega a essa conquista, disse João Hélio Cavalcanti, diretor Técnico do Sebrae/RN.

Crescimento

O reconhecimento chega em um momento de expansão da cajucultura no estado. Durante a Expofruit 2025, o pesquisador da Embrapa, Luiz Serrano, apresentou dados que mostram que o Rio Grande do Norte foi o estado brasileiro onde a cajucultura mais cresceu entre 2020 e 2024. Só em 2024, o RN registrou aumento de 4,5% na produção de castanha, superando Ceará e Piauí.

Hoje, o RN produz cerca de 20,8 mil toneladas de castanha, resultado de manejo qualificado, acesso a tecnologias e revitalização de pomares — ações que contam fortemente com a contribuição do Sebrae.

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Mossoró Oil & Gas Energy 2025 começa nesta terça-feira

A 10ª edição do Mossoró Oil & Gas Energy (Moge) tem início nesta terça-feira (25), na Arena Partage Shopping. Até quinta-feira (27), o evento reunirá petróleo, gás, energias renováveis e economia digital em um espaço de feira e fórum de debates.

No primeiro dia, a programação começa às 9h, com o VI Simpósio de Petróleo e Gás do Onshore Brasileiro e outras atividades. A solenidade de abertura está prevista para as 18h.

Maior evento de petróleo e gás em terra (onshore) do Brasil e um dos maiores da América Latina, o Mossoró Oil & Gas Energy chega à décima edição, consolidado como hub energético e de negócios.

Evolução

A área do evento cresceu 40% em relação a 2024, alcançando 6.498 m², com mais de 200 estandes, arenas temáticas, workshops e simpósios. As rodadas de negócios organizadas pelo Sebrae RN aproximarão 11 empresas âncoras de 60 fornecedores locais.

O Moge também reforça a dimensão científica com o VI Simpósio de Petróleo e Gás do Onshore Brasileiro, promovido pela Ufersa, e mantém sua responsabilidade social com doações para a campanha “Natal Sem Fome”.

A mobilização começou ontem (24) à tarde, com carreata pelas ruas da cidade, simbolizando a força do setor e preparando Mossoró para receber o maior encontro onshore do país. Programação completa do evento aqui (www.mossorooilgas.com.br).

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