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Presidente da CDL de Mossoró prevê alta nos preços com fim da escala 6×1

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Mossoró, Damásio Medeiros, apontou possíveis impactos negativos para o comércio caso seja aprovada a proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1.

Em entrevista ao programa Meio Dia TCM, da 95 FM de Mossoró, apresentado pelos jornalistas Saulo Vale e Tárcio Araújo, o empresário afirmou que a mudança poderá elevar os custos das empresas e, consequentemente, os preços dos produtos.

“Quem vai pagar essa conta é a classe trabalhadora, especialmente o assalariado e, com mais intensidade, o aposentado. Será o maior penalizado, principalmente aquele que não tem condições de fazer um ‘bico’ para complementar a renda e reduzir os efeitos dessa medida”, afirmou.

Segundo Damásio, o setor produtivo não terá como absorver sozinho os novos custos gerados pela alteração na jornada de trabalho.

“Nenhum empresário tem como não repassar esses custos para os produtos. Essa conta vai chegar às prateleiras. Não há como evitar. Os preços devem subir bem acima de 10%”, avaliou.

Para ele, a medida pode gerar um efeito contrário ao esperado.

“Esse descanso terá um efeito rebote. Com o aumento dos preços dos produtos, o trabalhador poderá ser obrigado a procurar um ‘bico’ para compensar a perda do poder de compra”, acrescentou.

A proposta que prevê o fim da escala 6×1 tramita no Senado Federal após ter sido aprovada pela Câmara dos Deputados, por ampla maioria.

Confira a entrevista completa no programa Meio Dia TCM desta terça-feira.

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Azul Linhas Aéreas inicia venda de passagens para voos entre Mossoró e Recife

A Azul Linhas Aéreas iniciou a venda de passagens para a rota Mossoró–Recife, que começará a operar no dia 3 de setembro de 2026, a partir do aeroporto Dix-sept Rosado.

Os voos serão realizados duas vezes por semana — às quintas-feiras e domingos — em aeronave ATR, com capacidade para 70 passageiros. O trajeto terá duração média de 1h30.

“A volta das operações da Azul em Mossoró representa um avanço importante para a economia e turismo da região. A conexão para Recife facilita o acesso a diversos destinos nacionais e internacionais em que a companhia opera. É um grande avanço para o RN e para Mossoró. Nós estamos com uma boa expectativa em relação a isso. A tendência é de que os valores das tarifas melhorem no decorrer dos dias”, comemorou a gestora da Inbarque Viagens e Turismo, Adriana Araújo.

Até a manhã desta sexta-feira, os preços iniciais eram:

 Recife (REC) → Mossoró (MVF)
• Saída: 12h50
• Chegada: 14h20
• Tarifa a partir de R$ 609,44

 Mossoró (MVF) → Recife (REC)
• Saída: 14h50
• Chegada: 16h20
• Tarifa a partir de R$ 1.064,98

Segundo a Azul, horários, conexões e valores ainda podem sofrer ajustes nos próximos dias, conforme o processo de implantação da rota.

Reforma

A nova operação acontece em meio a grande reforma e ampliação do aeroporto de Mossoró, que está recebendo investimentos para modernização da pista, terminal de passageiros, áreas operacionais e equipamentos de segurança, preparando o terminal para receber novamente voos comerciais regulares de maior porte.

Os investimentos federais no aeroporto Dix-sept Rosado são de quase R$ 70 milhões.

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Custo da construção civil no RN registra alta em abril

O Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon-RN) divulgou o Custo Unitário Básico (CUB) do mês de abril.

O padrão R-9N, referente ao modelo de edifício padrão com 8 ou 9 pavimentos, foi calculado em R$ 2.082,01, representando uma variação positiva de 0,15% em relação ao mês anterior.

O indicador, utilizado como referência pelo setor da construção civil para acompanhamento da evolução dos custos das obras, reflete o comportamento dos preços de insumos e serviços utilizados no segmento.

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Venda de passagens para voos em Mossoró deve começar no fim de maio

TCM Notícia (Artur Rebouças)

A Azul Linhas Aéreas deverá retomar os voos ligando o Aeroporto Internacional do Recife, em Pernambuco, ao Aeroporto Governador Dix-sept Rosado, em Mossoró, a partir de 13 de setembro. A previsão é de que a venda das passagens aéreas seja iniciada em 28 de maio.

A informação foi repassada ao Jornalismo TCM pela Empresa Potiguar de Promoção Turística S/A (Emprotur), após diálogo com a companhia aérea. O Jornalismo TCM também tentou contato, por e-mail, com a Azul, que ainda não havia respondido aos questionamentos até o fechamento da matéria.

A linha comercial foi encerrada no dia 10 de março de 2025, após sete anos de operação.

Com a retomada das operações, a rota contará com dois voos semanais de ida e volta entre Mossoró e Recife. As operações serão realizadas com aeronaves ATR, com capacidade para até 70 passageiros. A partir da capital pernambucana, os clientes terão acesso facilitado a 32 destinos nacionais e internacionais.

Atualmente, o aeroporto passa por obras de reforma e ampliação do terminal de passageiros, executadas pela Infraero, com previsão de conclusão até o fim do primeiro semestre. O contrato tem prazo de conclusão previsto para outubro de 2026.

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Margem Equatorial pode provocar novo boom econômico em Mossoró, diz presidente da Fiern

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), Roberto Serquiz, afirmou que a possível exploração de petróleo na Margem Equatorial pode representar um novo ciclo de desenvolvimento econômico para toda a região de Mossoró.

Em entrevista ao programa Meio Dia TCM, nesta quarta-feira, Serquiz comparou o cenário ao período de forte expansão vivido por Mossoró nas décadas de 1980 e 1990, impulsionado pela atividade petrolífera da Petrobras.

“É muito semelhante ao ‘boom’ das décadas de 80 e 90 que tivemos aqui. Nós não sabemos ainda os números, mas sabemos que é algo semelhante ao pré-sal. A exploração da Margem Equatorial é uma grande oportunidade aqui para a região”, declarou, em entrevista aos jornalistas Saulo Vale e Tárcio Araújo.

“E é esse um dos motivos que estamos abrindo nesta quinta-feira a sede própria da Fiern em Mossoró”, complementou.

A sede da entidade será inaugurada no bairro de Nova Betânia.

Margem Equatorial

A chamada Margem Equatorial é uma extensa faixa marítima que vai do Rio Grande do Norte ao Amapá e é apontada pelo setor energético como uma das principais fronteiras exploratórias de petróleo do país. Estudos da Petrobras indicam potencial semelhante ao encontrado na Guiana, país vizinho que vive forte crescimento econômico após descobertas bilionárias de petróleo em águas profundas.

Para Roberto Serquiz, caso os projetos avancem, os impactos podem alcançar diferentes setores da economia potiguar, com geração de empregos, aumento da demanda por serviços, fortalecimento da indústria local e atração de novos investimentos.

Mossoró, que historicamente consolidou sua economia ligada à cadeia do petróleo em terra, pode voltar a assumir protagonismo regional com a movimentação do setor energético. A expectativa da indústria é que a exploração offshore também estimule áreas como logística, comércio, hotelaria, construção civil e qualificação profissional.

O tema, porém, ainda enfrenta debates ambientais e regulatórios. A Petrobras aguarda autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para avançar em etapas de perfuração exploratória na região da Foz do Amazonas, considerada estratégica dentro da Margem Equatorial.

No RN, há cerca de um mês o Ibama autorizou a perfuração do poço Mãe de Ouro, na Bacia Potiguar, com expectativa de produzir mais de 100 mil barris de petróleo por dia.

Confira a entrevista com Serquiz na íntegra.

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RN tem 4º maior aumento de custo da construção civil do Brasil

Em abril, o custo médio de construção do metro quadrado (m2) aumentou 1,22% no Rio Grande do Norte, ficando 0,86 ponto percentual acima da taxa registrada em abril de 2026 (0,36%).

Essa foi a segunda maior taxa de crescimento observada na Região Nordeste e a quarta maior do País. Em abril de 2025, a variação havia sido de 0,08%.

As informações são do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) e foram divulgadas hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com a alta, o preço médio do m2 subiu para R$ 1.808,67 no estado.

Entre os componentes do custo de construção do m2, a parcela dos materiais subiu para R$ 1.079,51. Já a mão-de-obra foi para R$ 729,16 no período, ficando na quinta posição nacional entre as mais baixas. C

om o aumento dos custos, o m2 acumula crescimento de 3,38% desde o início de 2026, ante o mesmo período do ano anterior. Na comparação dos últimos 12 meses, o aumento acumulado em abril foi de 5,50%.

 

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Fiern vai inaugurar sede própria em Mossoró

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) inaugura, no próximo dia 21 de maio, a Casa da Indústria do Oeste Potiguar Industrial Francisco Vilmar Pereira, sede da FIERN em Mossoró.

O evento reunirá diretores da Federação, presidentes de sindicatos da indústria e autoridades locais. Em 73 anos de história, é a primeira vez que a FIERN terá uma sede própria na cidade de Mossoró.

A sede, localizada no bairro Nova Betânia, irá abrigar cinco dos 31 sindicatos filiados à FIERN com o objetivo de aproximar o diálogo entre a indústria e as instituições locais, além de contar com um auditório para reuniões e eventos.

A inauguração é uma das programações na agenda do Sistema Fiern em Mossoró ao longo da semana.

Confira:

Quinta-feira (21/5)
9h – Participação no Workshop da Intersal
17h – Inauguração da Casa da Indústria do Oeste Potiguar

Sexta-feira (22/5)
9h – Reunião da diretoria da FIERN
14h – Reunião do Conselho do SESI-RN
16h – Reunião do Conselho do SENAI-RN
19h – Semifinal do Festival do Industriário SESI Entoando Canções

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Gás natural interrompe ciclo de queda e sobe quase 4% no RN

Os motoristas que abastecem com gás natural veicular (GNV) no Rio Grande do Norte enfrentarão custos mais altos a partir de 1º de maio de 2026.

A Potigás — Companhia Potiguar de Gás — comunicou a seus clientes o reajuste da tarifa para o segmento veicular, que passa a vigorar com três faixas de preço distintas conforme a incidência tributária: R$ 2,7651/m³ sem impostos, R$ 3,8086/m³ com ICMS, PIS e Cofins, e R$ 4,0549/m³ com a incidência adicional do ICMS Substituto.

Na prática, para os postos de combustíveis — que em geral operam na faixa de maior carga tributária —, a alta representa aproximadamente R$ 0,15 por metro cúbico em relação ao preço anterior de R$ 3,90, vigente desde fevereiro deste ano. Isso equivale a um aumento de cerca de 3,97% no preço repassado à revenda.

Reversão

O reajuste encerra uma sequência favorável ao consumidor potiguar.

Conforme informou a própria Potigás, em fevereiro de 2026 a distribuidora havia reduzido o GNV de R$ 4,00 para R$ 3,90 por metro cúbico — a segunda queda consecutiva desde novembro de 2025, quando o preço era de R$ 4,10. No acumulado daquele período, o GNV havia caído cerca de 5%, trazendo alívio aos condutores que utilizam o combustível como alternativa mais econômica à gasolina e ao etanol.

Agora, o ciclo se inverte. A distribuidora justifica o reajuste pelo “repasse do custo do preço do gás para o trimestre de maio a julho de 2026” e pela “compensação dos custos adicionais apurados no trimestre de janeiro a março de 2026” — linguagem técnica que aponta para um acerto de contas com variações não repassadas integralmente no período anterior.

O aumento praticado pela Potigás no RN insere-se em um cenário nacional de forte pressão sobre o gás natural.

A Petrobras anunciou, em 1º de maio, um aumento de 19,2% no preço de venda da molécula de gás natural às distribuidoras em relação aos valores praticados no trimestre anterior.

O reajuste segue metodologia contratual que considera três variáveis: as oscilações do petróleo Brent, a taxa de câmbio entre real e dólar e, desde o início do ano, a variação do Henry Hub — índice ligado à oferta de gás natural nos Estados Unidos.

Mesmo após reajustes e quedas alternados, o Rio Grande do Norte permanece entre os estados com GNV mais caro do país.

Dados do Confaz referentes a maio de 2026 mostram que os preços de referência para o GNV variam de R$ 3,6940 por metro cúbico na Bahia a R$ 5,5200 em estados como Roraima e o próprio Rio Grande do Norte. O reajuste nacional na Bahia, por exemplo, foi de 4,78% para o segmento automotivo, segundo comunicado da Bahiagás — percentual próximo ao praticado pela Potigás no RN.

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RN registra o 3º melhor saldo de empregos para março nos últimos 6 anos

O Rio Grande do Norte alcançou, em março, o terceiro melhor saldo de empregos formais dos últimos seis anos, consolidando um cenário de avanço na geração de oportunidades e fortalecimento da economia.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC).

Segundo o levantamento, o estado registrou 22.128 admissões e 21.001 desligamentos, o que resultou em um saldo positivo de 1.127 empregos formais.

O setor de Serviços foi o que mais gerou empregos formais, tendo aberto 1.429 vagas. Em seguida aparecem a Construção (861 postos) e o Comércio (584). Os desempenhos negativos foram registrados nos setores de Indústria (-242) e da Agropecuária (-1.504).

O Boletim de Empregabilidade aponta crescimento consistente nas admissões e melhoria no saldo de empregos, refletindo um ambiente econômico mais dinâmico e favorável.

Entre os principais resultados, destacam-se:

  • Saldo positivo expressivo, posicionando março entre os melhores desempenhos recentes;
  • Expansão de vagas em setores estratégicos como comércio, serviços e construção civil;
  • Retomada gradual e consistente da geração de empregos formais;
  • Fortalecimento da confiança do setor produtivo no ambiente econômico do estado.

 

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Brava Energia interrompe ciclo de altas e reduz preços de combustíveis

TCM Notícia (Artur Rebouças)

Após dez semanas de alta e estabilidade, o preço do óleo diesel A S500 vendido na refinaria Clara Camarão, em Guamaré, teve redução na atualização divulgada nesta quinta-feira (16) pela Brava Energia.

De acordo com a nova tabela, o valor de venda às distribuidoras caiu R$ 0,46, passando de R$ 5,77 para R$ 5,31 na modalidade EXA. Na modalidade LCT, o preço recuou de R$ 5,78 para R$ 5,33.

A gasolina A também voltou a cair após sete semanas sem redução. O preço passou de R$ 3,85 para R$ 3,77, uma queda de R$ 0,08 por litro.

Os preços dos combustíveis ao consumidor final variam em função dos valores praticados nas refinarias, dos tributos estaduais e federais incidentes ao longo da cadeia de comercialização (PIS/Pasep, Cofins, Cide e ICMS), além dos custos e despesas operacionais das empresas, da adição de biocombustíveis ao diesel e à gasolina e das margens de distribuição e revenda.

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