



Deputados do RN se posicionam sobre Coaf com Moro
Foto: montagem/fotos web
Na votação que tirou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça, comandado pelo ministro Sérgio Moro, e levou para o Ministério da Economia de Paulo Guedes, os oito deputados federais do RN se posicionaram da seguinte forma:
Beto Rosado (PP) e Natália Bonavides (PT) votaram para tirar o Coaf de Moro.
Já Generão Girão (PSL), Benes Leocádio (PRB) e Walter Alves (MDB) votaram para que o Coaf ficasse nas mãos do ex-juiz.
Fábio Faria (PSD), João Maia (PR) e Rafael Motta (PSB) não votaram.
No total, Moro perdeu o Coaf por 228 votos a 210, na votação ocorrida ontem (22), no plenário da Câmara dos Deputados. A votação representou uma derrota para Moro e para o Palácio do Planalto.
O texto segue agora para o Senado, antes de ser enviado para sanção do presidente Jair Bolsonaro (PSL).
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“Meu Deus, isso é um descaso muito grande com a população!”.
É assim que a internauta Izabel Soares classifica os serviços da saúde pública de Mossoró.
Ela conta, através de sua página pessoal na rede social Facebook, que foi a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e nem lençol tinha nos leitos de observação, apesar de ter sido “muito bem atendida tanto pelo médico quanto pela equipe de enfermeiros”.
Afirma que, na mesma semana, procurou verificar a pressão arterial na Unidade Básica de Saúde (UBS) do conjunto Walfredo Gurgel. Todos os aparelhos de verificar pressão estavam quebrados.
Realidade bem diferente da propaganda oficial.
“A nossa cidade está vivendo um caos em muitas áreas”, escreve.

Recentemente, o vereador Raério Araújo (PRB) fez grave denúncia no plenário da Câmara Municipal de Mossoró de que o número de médicos nas UPAs não é suficiente e que isso tem contribuído para a superlotação do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).
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Governadores são contra decreto que facilita armas de fogo
Foto: Fábio Rodrigues Prozzebom/Agência Brasil
A governadora Fátima Bezerra (PT) e mais 13 governadores assinaram uma carta aberta contra o decreto de armas editado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), no começo do mês. Eles querem a “imediata revogação” da medida.
O documento foi publicizado nesta terça-feira (21) e será enviado ao Palácio do Planalto, sede do governo federal.
Assinam a carta:
1) Ibaneis Rocha (MDB), governador do Distrito Federal
2) Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão
3) Wellington Dias (PT), governador do Piauí
4) Paulo Câmara (PSB), governador de Pernambuco
5) Camilo Santana (PT), governador do Ceará
6) João Azevedo (PSB), governador da Paraíba
7) Renato Casagrande (PSB), governador do Espírito Santo
8) Rui Costa (PT) governador da Bahia
9) Fátima Bezerra (PT), governadora do Rio Grande do Norte
10) Renan Filho (MDB), governador do Alagoas
11) Belivaldo Chagas (MDB), governador de Sergipe
12) Waldez Góes (PDT), governador do Amapá
13) Mauro Carlesse (PHS), governador do Tocantins
14) Helder Barbalho (MDB), governador do Pará.
Leia a carta na íntegra:
Carta dos Governadores sobre o Decreto Presidencial n. 9.785 (07 de maio de 2019) e a Regulação Responsável de Armas e Munições no País
Como governadores de diferentes estados do país, manifestamos nossa preocupação com a flexibilização da atual legislação de controle de armas e munições em razão do decreto presidencial n. 9.785 (07 de maio de 2019) e solicitamos aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário da União que atuem tanto para sua imediata revogação como para o avanço de uma efetiva política responsável de armas e munição no país.
Sabemos que a violência e a insegurança afetam grande parte da população de nossos estados e que representam um dos maiores obstáculos ao desenvolvimento humano e econômico do Brasil. Nesse contexto, a grande disponibilidade de armas de fogo e munições que são usadas de maneira ilícita representa um enorme desafio para a segurança pública do país e é preciso enfrentá-lo. Por essa razão, é urgente a implementação de ações que melhorem a rastreabilidade das armas de fogo e munições durante toda a sua existência, desde sua produção.
Também é fundamental aumentar os meios de controle e fiscalização para coibir os desvios, enfrentar o tráfico ilícito e evitar que as armas que nascem na legalidade caiam na ilegalidade e sejam utilizadas no crime. Reconhecemos que essas não são soluções mágicas, mas são condições necessárias para a melhoria de nossa segurança pública. Diante deste cenário, e a partir das evidências disponíveis, julgamos que as medidas previstas pelo decreto não contribuirão para tornar nossos estados mais seguros.
Ao contrário, tais medidas terão um impacto negativo na violência – aumentando por exemplo, a quantidade de armas e munições que poderão abastecer criminosos – e aumentarão os riscos de que discussões e brigas entre nossos cidadãos acabem em tragédias.
As soluções para reverter o cenário de violência e insegurança no país serão fortalecidas com a coordenação de esforços da União, Estados e Municípios para fortalecer políticas públicas baseadas em evidências e para implementar o Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social, fortalecendo a prevenção focalizada nas populações e territórios mais afetados pela violência e a repressão qualificada da criminalidade. Reforçamos nosso compromisso com o diálogo e com a melhoria da segurança pública do país. Juntos, podemos construir um Brasil seguro para as atuais e futuras gerações.
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Ex-chefe de gabinete da Presidência da AL deve ser presa
Foto: web
Por maioria de votos, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do RN determinou a prisão preventiva da ex-chefe de gabinete da Presidência da Assembleia Legislativa do RN, Ana Augusta Simas Aranha Teixeira de Carvalho.
Ela é acusada pelo Ministério Público do RN de comandar um esquema de desvio de dinheiro público, através da contratação de servidores fantasmas na Assembleia Legislativa, iniciado em 2015. O esquema teria desviado cerca de R$ 2 milhões.
Para os desembargadores, a prisão dela é necessária “para assegurar o devido andamento da Ação Penal”.
Canastra Real e Dama de Espadas
Esse é mais um desdobramento da Operação Canastra Real, que é uma continuidade da Dama de Espadas, deflagrada em 2015, que teria desviado, através de pagamento a servidores fantasmas na Assembleia Legislativa, quase R$ 10 milhões em valores atualizados.
Ana Augusta já havia sido presa preventivamente entre 18 de setembro de 2018 e 27 de setembro do mesmo ano. Foi solta após a Justiça entender que não havia necessidade da continuidade da prisão. Na época, oito pessoas foram presas.
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Deputado fala de articulação da oposição para 2020
Foto: BSV
O deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade) afirma que tem articulado para unir as bases de oposição ao governo da prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP) com vistas às eleições municipais de 2020.
“Trabalho com todas as minhas forças para unir a oposição entorno de um projeto de desenvolvimento para a cidade”, admitiu em entrevista ao Enfoque Político (Super TV) desta segunda-feira (20).
Questionado qual nome seria sondado para uma disputa à Prefeitura de Mossoró, ele desconversou. “Nós não podemos nesse momento discutir nomes ou partidos. O que há, de fato, é um diálogo. Venho conversando com todos”, afirmou.
Ele ainda criticou o governo da opositora Rosalba. “Não dá para tentar maquiar a cidade. A população é muito esperta”, alfinetou, ao falar sobre a situação dos postos de saúde e buracos nas ruas.
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