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Utilidade Pública

Programa disponibiliza tratamento gratuito para quem deseja parar de fumar

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), através do Programa de Controle ao Tabagismo, disponibiliza tratamento gratuito para as pessoas que desejam parar de fumar, incluindo usuários de cigarros convencionais e dispositivos eletrônicos para fumar. No próximo dia 31 de maio (domingo) é celebrado o Dia Mundial sem Tabaco. O Dia Mundial sem Tabaco foi criado em 1987 pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A data tem o objetivo de conscientizara população sobre os riscos causados pelo tabagismo e reforçar a importância do cuidado com a saúde. O tabagismo é considerado uma doença crônica causada pela dependência da nicotina e está diretamente relacionado ao desenvolvimento de diversas doenças, como hipertensão, infarto, AVC, câncer e doenças respiratórias.

A técnica de referência do Programa de Controle do Tabagismo, Izabel Melo, destaca que o avanço é resultado da maior divulgação do programa, do fortalecimento do apoio matricial das equipes eMulti e das residências multiprofissionais, além da adesão, sensibilização e comprometimento dos profissionais da Atenção Primária à Saúde.

Em Mossoró, o acompanhamento acontece por meio das Unidades Básicas de Saúde, com apoio de profissionais capacitados, grupos terapêuticos, orientações em saúde e, quando indicado, tratamento medicamentoso, conforme as diretrizes do Programa Nacional de Controle do Tabagismo do Ministério da Saúde.

O programa vem alcançando resultados satisfatórios nos últimos anos, demonstrando o fortalecimento da política pública. Em 2024, o número de pessoas tratadas no município era de 394. Em 2025, houve aumento significativo chegando a 723 pacientes tratados até o momento.

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Política

Zenaide defende orçamento para proteção às mulheres em encontro com Fachin

A senadora Zenaide Maia (PSD) participou, nesta terça-feira (27), de um café da manhã promovido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Edson Fachin, com parlamentares das bancadas femininas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, em Brasília.

O encontro reuniu dezenas de deputadas e senadoras no Salão Branco do STF e teve como objetivo fortalecer o diálogo entre os Poderes em torno de políticas públicas voltadas à proteção, à garantia de direitos e à promoção da dignidade das mulheres e meninas brasileiras.

Durante a agenda, Zenaide Maia ressaltou a importância da atuação conjunta entre Legislativo e Judiciário no enfrentamento à violência de gênero e na construção de políticas públicas permanentes para as mulheres.

“A defesa dos direitos das mulheres precisa sair do discurso e chegar ao orçamento. Nenhuma política pública de proteção, acolhimento e garantia de direitos avança sem recursos garantidos. É preciso compromisso institucional e prioridade real para proteger a vida das mulheres brasileiras”, afirmou a senadora.

O encontro ocorreu em meio ao fortalecimento de ações do CNJ voltadas ao enfrentamento da violência contra meninas e mulheres. Recentemente, sob a gestão de Edson Fachin, o Conselho criou o Eixo Permanente de Enfrentamento à Violência contra Meninas e Mulheres no âmbito do Observatório Nacional de Direitos Humanos do Poder Judiciário.

A iniciativa busca ampliar a integração de dados, a produção de diagnósticos e o apoio à formulação de políticas judiciárias voltadas à proteção das mulheres. Ao anunciar a medida, Fachin destacou o cenário alarmante de crescimento dos casos de feminicídio, violência doméstica e violência sexual no país, reforçando o dever do Estado brasileiro de aprimorar mecanismos de proteção e garantir acesso efetivo à Justiça.

Para Zenaide Maia, o fortalecimento das instituições e das políticas públicas voltadas às mulheres exige ação coordenada entre os Poderes e financiamento contínuo.

“A violência contra a mulher não será enfrentada apenas com boas intenções. Precisamos de orçamento para casas de acolhimento, para atendimento especializado, para educação, saúde, assistência social e para garantir que as leis saiam do papel e cheguem à vida das mulheres”, destacou.

A reunião também reforçou o compromisso das bancadas femininas do Congresso Nacional com o avanço de pautas relacionadas à proteção das mulheres, ao combate ao feminicídio e à promoção da igualdade de direitos no Brasil.

Atuação

Além de defender a necessidade de orçamento permanente para políticas públicas de proteção às mulheres, Zenaide Maia destacou que sua atuação no Congresso Nacional tem sido voltada à criação de medidas concretas de proteção, autonomia econômica e garantia de direitos para a população feminina.

A senadora é relatora, no Senado, do projeto que reserva ao menos 5% das vagas de emprego em empresas terceirizadas contratadas pelo governo federal para mulheres vítimas de violência doméstica ou em situação de vulnerabilidade social. A proposta já foi aprovada pelos senadores e enviada à Câmara dos Deputados.

Zenaide também é autora do projeto que garante prioridade de inclusão no Bolsa Família para mulheres vítimas de violência doméstica sob medida protetiva de urgência, fortalecendo a autonomia financeira como instrumento de proteção e rompimento do ciclo de violência.

Na área da Justiça, a parlamentar apresentou proposta para acelerar o atendimento judicial às vítimas, permitindo que um único juízo concentre processos relacionados à violência doméstica, como guarda de filhos, pensão alimentícia e divórcio, reduzindo a burocracia e o desgaste enfrentado pelas mulheres.

Outra iniciativa de autoria da senadora impede o uso de argumentos como “legítima defesa da honra” ou “violenta emoção” para reduzir penas em casos de feminicídio e violência doméstica, incorporando à legislação entendimento já firmado pelo Supremo Tribunal Federal.

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Política

Três deputados mudam posição e bancada do RN vota pelo fim da escala 6×1

Os oito deputados federais do Rio Grande do Norte participaram da sessão desta quarta-feira (27) que aprovou a proposta do fim da escala 6×1 na Câmara dos Deputados. Todos os parlamentares da bancada potiguar votaram favoravelmente ao texto.

Deram voto favorável os deputados Carla Dickson (PL), João Maia (PP), Robinson Faria (PP), Natália Bonavides (PT), Fernando Mineiro (PT), Sargento Gonçalves (PL), General Girão (PL) e Benes Leocádio (União Brasil).

A votação marcou uma mudança de posicionamento de João Maia, Sargento Gonçalves e General Girão. Em maio, os três haviam assinado uma proposta alternativa que defendia a manutenção da jornada atual e previa um prazo de transição de dez anos para a redução da carga horária semanal para 40 horas. Na votação desta semana, porém, optaram por apoiar o novo texto.

A proposta teve ampla maioria na Câmara. No primeiro turno, foram 472 votos favoráveis e 22 contrários. Já no segundo turno, o placar foi de 461 votos a 19.

O texto vai agora para apreciação do Senado.

O que diz o texto

O texto altera a Constituição Federal para determinar que a jornada normal de trabalho não poderá ultrapassar oito horas diárias. Se promulgada, a nova regra passará a valer em até 60 dias.

A proposta também estabelece exceções. Trabalhadores com diploma de nível superior e salário acima de duas vezes e meia o teto do INSS — atualmente em torno de R$ 21 mil — ficarão fora das novas regras. Segundo os parlamentares, a medida busca evitar o aumento da pejotização entre profissionais de alta renda.

Leia mais: Três deputados do RN defendem adiamento do fim da escala 6×1 por 10 anos

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