




Secretários se reúnem com deputados estaduais
Foto: Eduardo Maia
O Governo do Estado garantiu aos deputados estaduais o pagamento das emendas parlamentares impositivas do ano de 2018. A promessa é em pagar R$ 6,6 milhões, sendo 50% até junho deste ano e o restante no segundo semestre, valor que será dividido entre os deputados igualmente.
Também ficou acertado que as emendas de 2019 serão empenhadas até o final do ano.
A garantia foi dada pelos secretários Fernando Mineiro, de Gestão de Projetos, e Aldemir Freire, de Planejamento, em reunião com deputados nesta sexta-feira (5).
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Eudo e Iadya disputaram eleição
Foto: assessoria
O atual procurador-geral de Justiça, Eudo Rodrigues Leite, vai encabeçar a lista dúplice para a escolha de chefe do Ministério Público do RN (MPRN) no biênio 2019/2021.
Ele pontuou 130 votos (70,27% dos votos válidos) na eleição realizada nesta sexta-feira (5) entre os membros do MP. A procuradora de Justiça Iadya Gama Maio teve 55 votos (29,73% dos votos válidos).
Os nomes dos dois serão submetidos à governadora Fátima Bezerra, que terá até 15 dias para nomear o procurador-geral de Justiça para o biênio 2019/2021. Ela pode escolher qualquer um dos dois nomes, independente de quem tenha sido mais votado.
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Iadya e Eudo voltam ao confronto pelo comando do MP
Foto: assessoria
Os membros do Ministério Público do RN (MPRN), nesta sexta-feira (5), vão votar para a formação da lista que será encaminhada à governadora Fátima Bezerra (PT), para que ela nomeie o procurador-geral de Justiça para o biênio 2019-2021.
O atual procurador-geral, Eudo Rodrigues Leite, e a procuradora de Justiça Iadya Gama Maio disputam o cargo.
Todos os membros do MPRN em atividade poderão participar da eleição, que acontecerá das 8h às 14h no plenário Procurador de Justiça William Ubirajara Pinheiro, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em Natal; e no prédio-sede das Promotorias de Justiça de Mossoró. A votação será feita por meio de urna eletrônica. O voto é secreto, pessoal e direto, exercido em cabine indevassável.
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Solidariedade promove evento em Mossoró
Foto: assessoria
A posse do deputado estadual Allyson Bezerra à frente do partido Solidariedade em Mossoró foi marcada pela presença de forças de oposição ao governo Rosalba Ciarlini (PP). Aconteceu no Hotel Villa Oeste, à noite desta quinta-feira (4).
Por lá, estavam: Isolda Dantas, deputada estadual e presidente municipal do PT; Daniel Sampaio, presidente municipal do PSL; Tião Couto (PR), ex-candidato a vice-governador; Jorge do Rosário (PR), ex-candidato a deputado estadual; Gutemberg Dias (PCdoB), ex-candidato a prefeito de Mossoró; Josivan Barbosa, ex-candidato a vice-prefeito de Mossoró; Alex do Frango, vereador pelo PMB, além dos ex-vereadores Tomaz Neto e Genivan Vale, ambos do PDT.
Uma miscelânea de partidos.
Do Solidariedade, Fábio Dantas, ex-vice-governador, deputada estadual Cristiane Dantas, suplente de deputado federal Lawrence Amorim, deputado estadual Kelps Lima (presidente do partido no RN), Breno Queiroga (ex-candidato a governador), Eliabe Marques (suplente de deputado estadual) e o pauferrense Salismar Lopes, ex-candidato a deputado federal.
Discursos
“Rosalba não será mais prefeita de Mossoró”, afirmou Kelps, em entrevista à jornalista Carol Ribeiro (TCM/95FM), ao se referir sobre 2020. Coube a ele fazer o discurso mais duro de oposição.
Já Isolda remeteu à eleição de 2018. “Nós sabemos o que significou a eleição de duas pessoas completamente fora das famílias oligárquicas de Mossoró. Eu e Allyson sabemos o quanto foi difícil bancar uma campanha de casa em casa, olhando olho no olho e dizendo que nós estávamos de fato fazendo uma campanha pé no chão e que não fazíamos parte de nenhuma família tradicional de Mossoró”, relatou.
No discurso de Allyson, a palavra “união”, supostamente fazendo referência a uma união das forças de oposição nas eleições municipais de 2020. Difícil demais.
Terminado o evento, todos se despediram. Se estarão juntos em 2020, ou não, só o tempo vai dizer.
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Coronel Azevedo: críticas à gestão
Foto: Eduardo Maia
“Dessa vez a maquiagem da governadora foi para esconder as macas
do Hospital Walfredo Gurgel. É lamentável e deveras preocupante a situação do
nosso Estado, à exemplo das unidades de saúde do RN”.
Foi o que ecoou o deputado oposicionista Coronel Azevedo (PSL), que voltou a criticar nesta quinta-feira (4), durante sessão plenária na Assembleia Legislativa, a gestão da governadora Fátima Bezerra (PT). O parlamentar condenou a situação da Saúde no RN e questionou o projeto de reforma da administração pública proposta pelo governo.
‘Inadmissível’
O deputado cobrou o estabelecimento de um cronograma para o
pagamento da folha salarial dos servidores públicos e se posicionou contrário
ao projeto de reforma da administração pública.
“Enquanto o governo federal
cortou mais de 20 mil cargos comissionados, o governo estadual, que decretou
estado de calamidade financeira, não cortou um só cargo”, afirmou ele,
classificando a proposta como “inadmissível”.
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Freire está preso desde julho de 2015
Foto: Marcelo Barroso/Tribuna do Norte
A Justiça potiguar condenou o ex-governador Fernando Freire a mais 12 anos e 6 meses de prisão em regime fechado pelo crime de peculato (desvio de dinheiro público).
Pelo que foi apurado pelo Ministério Público do RN, o crime foi cometido em 2002, quando ele, valendo-se de esquema de contratação irregular de assessores investidos no quadro de pessoal da entidade Movimento de Integração de Orientação Social (Meios) – hoje extinta – desviou verba pública no valor de R$ 51 mil. Freire foi governador do RN no período de abril de 2002 a janeiro de 2003.
Ele já está preso em Natal desde 2015 cumprindo pena por outros crimes. Essa nova pena será adicionada às demais já existentes.
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A senadora Zenaide Maia (PROS) saiu insatisfeita da reunião da bancada federal desta quarta-feira (3), segundo assegurou sua assessoria em nota.
Ela queria cortes lineares proporcionais para todas as rubricas, diante do contingenciamento do governo federal. Os deputados e senadores votaram para manter integralmente as emendas impositivas para Saúde (R$ 30 milhões), Segurança (R$ 40 milhões) e UERN (R$ 20 milhões).
Os cortes incidiram sobre Barragem de Oiticica, que reduziu para R$ 40,937 milhões, Rio Apodí R$ 1 milhão e Redinha R$ 1 milhão. “Valores praticamente simbólicos para manter aquelas rubricas em aberto para as emendas dos próximos anos”, afirmou a assessoria da senadora insatisfeita em nota.
No total, o governo federal contingenciou 21,6% (R$ 36 milhões) das emendas parlamentares, o que impôs à bancada escolher as áreas que seriam afetadas com os cortes.
Atualizado às 17h: A assessoria da senadora enviou nota corrigindo sua própria informação em forma de “errata”. Afirma que ela retira sua discordância em relação à decisão da bancada federal no envio das emendas, mas destacou que “durante a reunião Zenaide Maia votou por cortes lineares proporcionais para todas as rubricas”.
Leia mais: Em meio a cortes, bancada assegura emenda de R$ 20 milhões para UERN.
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Bancada mantém emendas integrais na saúde, segurança e educação
Foto: assessoria
A Bancada Federal do RN decidiu manter a emenda impositiva de R$ 20 milhões para a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).
A decisão foi comunicada nesta quarta-feira (3) ao reitor Pedro Fernandes, que fez apelo aos deputados, senadores e a governadora Fátima Bezerra (PT) pela manutenção da emenda. Os recursos serão utilizados para obras em todos os campi da universidade.
Contingenciamento
No total, houve um contingenciamento de 21,6% das emendas parlamentares pelo governo federal, o que impôs cortes e escolhas à bancada. Porém, as emendas destinadas à saúde, segurança e educação foram preservadas integralmente.
Os cortes incidiram sobre Barragem de Oiticica, que reduziu para R$ 40,937 milhões, Rio Apodí R$ 1 milhão e Redinha R$ 1 milhão.
A reunião desta quarta-feira foi conduzida pelo deputado Rafael Motta (PSB), que coordena a bancada federal, e contou com a participação dos senadores Zenaide Maia (PROS) e Styvenson Valentim (Podemos) e dos deputados Benes Leocádio (PRB), Beto Rosado (PP), Fábio Faria (PSD), Generão Girão (PSL) e João Maia (PR).
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