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Sandra apresenta projeto que prevê transmissão de licitações ao vivo

Projeto foi apresentado durante sessão ordinária

Foto: Edilberto Barros


A vereadora mossoroense Sandra Rosado (PSDB) apresentou nesta terça-feira (4) projeto de Lei que prevê a transmissão de licitações da Câmara Municipal e Prefeitura de Mossoró, ao vivo.

A proposta prevê a gravação em áudio e vídeo das licitações, além da transmissão ao vivo dos processos, via portais da transparência da Prefeitura e da Câmara Municipal.

Ainda de acordo com a medida, as gravações, assim como as transmissões em tempo real, abrangem desde a abertura dos envelopes com documentação necessária à habilitação dos concorrentes, assim como a verificação, o julgamento e a classificação das propostas, segundo critérios previstos no edital. Todo o material deve ser arquivado por cinco anos.

“A ideia é contribuir ainda mais com a nova ordem jurídica e administrativa, que tem como base a Lei de Transparência e Acesso à Informação”, informa a parlamentar.

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Tv Terra do Sal passa a transmitir programação em canal aberto em Pau dos Ferros

A Tv Terra do Sal, com sede em Mossoró, passou a ser transmitida no município oestano de Pau dos Ferros.
A transmissão foi iniciada nesta terça-feira (4) pelo canal 2 da tv aberta.
A tv já está disponível em Mossoró pelo canal 14 da tv aberta e prefixo 173 da Brisanet, mas possui ambicioso projeto de ampliar a cobertura em outras regiões do RN.
Atualmente, possui os programas Enfoque Político, Fora de Controle, Cheguei Chegando, Geração Saúde, Tudo em Dia, Tamo Junto e Presença.
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Justiça bloqueia bens de 23 réus da Operação Dama de Espadas

Operação foi deflagrada para apurar esquemas na Assembleia Legislativa
Foto: Reprodução
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) obteve junto ao Tribunal de Justiça estadual (TJRN) a reforma de decisão de primeiro grau proferida pelo juiz de Direito da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal que, nos autos da ação de improbidade administrativa, indeferiu o pedido de indisponibilidade de bens dos réus da operação Dama de Espadas. Agora, em decisão de segundo grau, o TJ atendeu em parte o pedido do MPRN, feito em agravo de instrumento. Ao todo,   23 demandados, sendo 22 pessoas físicas e uma pessoa jurídica, estão com os bens indisponíveis  até o limite de R$ 9.856.298,87. 
 
Os demandados atingidos pela decisão judicial são: Rita dos Mercês, Marlúcia Maciel Ramos de Oliveira, Rodrigo Marinho Nogueira Fernandes, Luiza de Marilac Rodrigues de Queiroz, Ana Paula de Macedo Moura, José de Pádua Martins, Gustavo Alberto Villarroel Navarro Júnior, Gutson Johnson Giovany Reinaldo Bezerra, Mariana Morgana Portela Reinaldo, Aratusa Barbalho de Oliveira, Maria Lucien Reinaldo de Oliveira, Maria Nilza Ferreira de Medeiros, Tangriany de Negreiros Diógenes Reinaldo, Jussana Porcino Reinaldo, Jerusa Barbalho Bezerra, Orlei Martins de Oliveira, Maria do Socorro Pordeus Albuquerque, Ivonilson Caetano Monteiro, Eudes Martins de Araújo, Andretty Laffity Pordeus Martins, Aranilton Barbalho de Oliveira, Gizélia Maria Dantas de Sousa e R e R Advocacia Assessoria e Consultoria Jurídica Sociedade de Advogados ME. 
 
Operação
Como resultado da atuação da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Natal e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e com apoio da Polícia Militar, o MPRN deflagrou em agosto de 2015 a operação Dama de Espadas. O intuito foi descortinar esquema estruturado no âmbito da Assembleia Legislativa (ALRN), através do qual uma refinada associação criminosa composta por alguns servidores públicos do órgão, com auxílio de um gerente do Banco Santander, se utilizavam de “cheques salário” como forma de desviar recursos em benefício próprio ou de terceiros.
 
Os desvios eram operacionalizados por meio de inserção fraudulenta de pessoas na folha de pagamento do órgão para que fossem emitidos os mencionados cheques em nome desses servidores fantasmas. Tais cheques eram sacados, em sua maioria, pelos investigados ou por terceiros não beneficiários, com irregularidade na cadeia de endossos ou com referência a procurações muitas vezes inexistentes.
 
Estima-se que os valores desviados dos cofres da Assembleia Legislativa em favor de tais servidores contabilizam o montante de  R$ 5.526.169,22.
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MP Eleitoral pede cassação do registro de candidatura de Robinson

Robinson teria usado outdoors do Governo do Estado para promoção pessoal

Foto: Reprodução

O Ministério Público Eleitoral ajuizou nessa segunda-feira, 3, uma representação contra o candidato à reeleição Robinson Faria (PSD), e contra o candidato a vice-governador, Tião Couto (PR), e contra o próprio Estado, em virtude da instalação de nove outdoors institucionais, afixados no anel viário que serve ao aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante.

A representação, protocolada junto Jui(a) Eleitoral Auxiliar do Tribunal Regional Eleitoral, destaca que a propaganda institucional é vedada no período das eleições, além de enaltecer o atual governo com claro efeito de promoção pessoal, tendo ainda sido veiculada mediante outdoor, meio proibido pela legislação.

“A ideia de se tipificar conduta vedada é exatamente garantir a isonomia do pleito eleitoral, para evitar que agentes públicos se favoreçam eleitoralmente, em detrimento dos demais candidatos ao usar e abusar da máquina pública”, destaca trecho da representação.

O MP Eleitoral aponta ainda que a partir de 16/08/18 teve início o período da propaganda eleitoral, que deve ser custeada pelos candidatos e partidos. “A propaganda institucional, sobretudo porquanto custeada pelo erário, não pode, assim, fazer as vezes de propaganda eleitoral por afrontar claramente a isonomia do pleito eleitoral”.

Além de pedir que os réus retirem os nove outdoors, a representação pede o pagamento de multa e a cassação do registro ou diploma, a depender do momento processual do julgamento.

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Justiça bloqueia bens de deputado estadual

Deputado é acusado de abrigar servidora “fantasma”

Foto: Reprodução

A 2ª Vara da Fazenda Pública de Natal atendeu pedido do Ministério Público do RN e bloqueou os bens do deputado estadual Jacó Jácome (PSD) e da ex-servidora da Câmara Municipal de Natal Renata Bezerra de Miranda até o valor de R$ 304 mil. 

O fato se deu quando Jacó era vereador em Natal. O MPRN constatou que Renata Bezerra de Miranda, de janeiro de  2013 a janeiro de 2015, recebia salário mensal de R$ 4 mil como assessora parlamentar municipal. Nesse mesmo período, ela cursava Medicina na Faculdade de Ciências Médicas de  Campina Grande.

“A própria frequência no curso de graduação comprova a incompatibilidade de horários entre as obrigações cumpridas perante a faculdade e a  atividade  que  deveria cumprir junto à Câmara Municipal, fora a distância entre as duas cidades”, afirmou o MP.
 
O órgão ainda apontou que a servidora era “fantasma” e foi contemplada ilicitamente através do então vereador, atualmente deputado estadual Jacó Jácome, com um cargo. Com a prática, a ela causou prejuízo ao erário e obteve enriquecimento ilícito.
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Capitão Styvenson pode ter candidatura rifada pelo próprio partido

Militar recebe ultimato do partido

Foto: Reprodução/Crédito não identificado

O partido Rede Sustentabilidade emitiu uma longa e dura nota sobre a candidatura do Capitão Styvenson Valentim (Rede) ao Senado Federal.

O motivo: A legenda não tem gostado do discurso do militar, longe do alinhamento partidário da Rede, mostra a nota, principalmente no que se refere a não declarar apoios aos demais candidatos da legenda.

“Cabe salientar que, em tempos sombrios em que conquistas sociais e a democracia estão em risco, a Rede Sustentabilidade não abre mão de discursos e práticas políticas que estejam alinhados com os ideais partidários, com a figura de Marina Silva – pessoa ética, sem qualquer envolvimento com escândalos de corrupção – e com os candidatos majoritários do partido: Freitas Júnior, candidato ao governo, Flávio Rebouças, candidato a vice-governador e Napoleão, candidato ao Senado. Desse modo, a Rede Sustentabilidade repudia a deturpação da candidatura cidadã feita pelo militar, assim como sua omissão no que tange à gestão do governo de Robinson Faria, afirma.
Em outro trecho, o partido dá um ultimato ao Capitão: “Desse modo, toda e qualquer candidatura dentro do partido precisa coadunar com o que foi exposto nesta carta, sob risco de ter a sua manutenção desabonada”.
Leia a nota na íntegra:

Carta Aberta Rede Sustentabilidade


Diante do que vem sendo divulgado na mídia na última semana, sobre a candidatura do capitão Styvenson, a Rede Sustentabilidade do Rio Grande do Norte vem a público expor a verdade dos fatos.

No período de pré campanha eleitoral, o capitão Styvenson Valentim procurou a executiva da Rede Sustentabilidade para se filiar ao partido. O militar optou pela candidatura cidadã: uma inovação política que permite a qualquer cidadão, membros de movimentos de renovação política, partidos sem registro na justiça eleitoral e figuras com atuação destacada na sociedade possam disputar um pleito eleitoral sem possuir militância partidária orgânica.

Entretanto, embora confira independência enquanto estratégia eleitoral, as diretrizes que regem a candidatura cívica, conforme o estatuto e as resoluções nacionais preveem, também estabelecem vínculo programático com o partido. Tratam-se de alianças onde os candidatos assinam um termo de compromisso público com os princípios norteadores e inegociáveis da Rede, que são cláusulas pétreas, conforme se vê no Artigo 4º do Estatuto da Rede:

I – da pluralidade política;

II – da dignidade da pessoa humana;

III – da justiça social;

IV – defesa dos direitos das minorias;

V – do respeito à natureza e à vida em todas as suas formas de manifestação e da promoção e defesa do meio ambiente ecologicamente equilibrado;

VI – da função social da terra e dos conhecimentos tecnológicos e científicos;

VII – da função social da propriedade;

VIII – da solidariedade e da cooperação;

IX – respeito às convicções religiosas e à liberdade para professá-las;

X – da transparência, eficiência e eficácia na gestão pública;

XI – da impessoalidade e do interesse público;

XII – da legalidade;

XIII – do pleno respeito às diversidades, à coisa pública e ao bem comum; e,

XIV – na construção de consenso progressivo nas deliberações da REDE.

Ademais, especificamente sobre a Candidatura Cidadã, a Resolução Elo nº 09, de 2017 preceitua atuação coerente com os princípios e valores da sigla onde a militância orgânica não seja preterida, nem passada para trás.

“Queremos uma equação de soma positiva, uma corresponsabilidade entre militância orgânica e candidaturas cidadãs. Queremos candidaturas cidadãs que defendam causas coerentes aos nossos princípios, o que certamente se traduzirão por entusiasmo com nossas candidaturas partidárias. No caso das candidaturas cidadãs para cargos majoritários, a identidade programática e a afinidade com o projeto nacional e com as demais candidaturas majoritárias e proporcionais da REDE são essenciais. As candidaturas cidadãs proporcionais não podem manifestar críticas aos candidatos (as) da REDE nem apoiar candidatos(as) adversários(as), na forma da Lei”, diz trecho da Resolução.

Em entrevista ao programa Momento Metropolitano, exibida no Facebook e que foi ao ar no dia 29 de Agosto, o capitão Styvenson violou flagrantemente a Resolução Elo nº 09, de 2017 ao ressaltar seu descompromisso programático com os candidatos orgânicos da REDE. Postura que adotou logo após a convenção partidária da Rede e que se acentuou nas últimas semanas.

No programa, o militar afirma que sua candidatura é isolada e que recebeu (SIC) liberdade para não subir em palanque, não dar apoio e nem falar em nome de político. “Político que aparecer ai falando que tá comigo é mentira, viu? Eu não tô com ninguém, eu tô só”.

Ainda na entrevista, o capitão afirma que essa liberdade teve um preço e que ele foi alto: recusou dinheiro público, horário eleitoral na TV e estrutura partidária.

Sobre propaganda eleitoral na TV e Rádio, a executiva da Rede externa que, mesmo isso não tendo sido tratado nas discussões iniciais, destinou 50% do tempo que dispunha para o capitão Styvenson. A outra metade foi reservada para o sindicalista Napoleão, candidato orgânico do partido ao senado.

A assessoria do militar sugeriu o horário integral, deixando de fora o candidato orgânico do partido, o sindicalista Napoleão, por ter, segundo eles, menos expressividade eleitoral. A Rede manteve a oferta de metade do tempo para ambos, de forma igualitária, como procede em todas as suas questões internas e externas.

Outro ponto importante é que a Rede não disponibilizou nem estrutura nem recursos partidários para nenhum dos seus candidatos majoritários até agora, uma vez que tais verbas ainda não foram disponibilizadas pela executiva nacional. Portanto, não foram sequer oferecidas tais condições.

Cabe salientar que, em tempos sombrios em que conquistas sociais e a democracia estão em risco, a Rede Sustentabilidade não abre mão de discursos e práticas políticas que estejam alinhados com os ideais partidários, com a figura de Marina Silva – pessoa ética, sem qualquer envolvimento com escândalos de corrupção – e com os candidatos majoritários do partido: Freitas Júnior, candidato ao governo, Flávio Rebouças, candidato a vice-governador e Napoleão, candidato ao Senado.

Desse modo, a Rede Sustentabilidade repudia a deturpação da candidatura cidadã feita pelo militar, assim como sua omissão no que tange à gestão do governo de Robinson Faria. 

Sobre ética, reitere-se que a Rede é o único partido que acolhe e apoia incondicionalmente a Lei da Ficha-Limpa. Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), é o partido que mais combate a corrupção no Brasil. Por sinal, é o único partido que exige que todos os seus filiados estejam enquadrados nas hipóteses da Lei de Ficha Limpa.

Credibilidade que o capitão Styvenson pôde atestar: após o ingresso dele na Rede, passou a liderar as pesquisas.

Considerando todos os princípios que norteiam a Rede, é incompatível qualquer candidatura, orgânica ou cidadã, que mantenha alinhamento duvidoso com posições políticas conflitantes. Seja com o personalismo, com o apoio ao governo do Estado, com oligarquias estabelecidas, com práticas que a Rede condena ou com a própria identidade política.  

Desse modo, toda e qualquer candidatura dentro do partido precisa coadunar com o que foi exposto nesta carta, sob risco de ter a sua manutenção desabonada.

Cumpriremos o que foi acordado em todas as nossas discussões e esperamos que tais pontos expostos anteriormente também sejam respeitados.

Por último, é importante que se diga que, antes de qualquer vitória eleitoral ou cálculo eleitoreiro, a Rede prioriza sua identidade programática, protagonismo social e construções coletivas, fortalecendo nossas lutas por um Rio Grande do Norte e um Brasil justo e sustentável.

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FIERN/Certus mostra Fátima e Lula liderando e Senado indefinido

A terceira pesquisa FIERN/Certus “Retratos da Sociedade Potiguar 2018”, realizada de 24 a 27 de agosto, nas oito regiões do Estado, apresenta uma radiografia do momento eleitoral para o governo do estado e Presidente da República já delineada nas duas pesquisas anteriores: a senadora Fátima Bezerra lidera para o Governo do Estado e o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva para a Presidência da República.

 

Para o Senado, na estimulada, com base na metodologia de apuração do TSE (voto 1 + voto 2), quatro candidatos — Capitão Styvenson (10,85%), Garibaldi Filho (10,39%), Zenaide Maia (8,48%) e Geraldo Melo (7,41%) — estão tecnicamente empatados na liderança. Jácome aparece com 3,65%; Magnólia, 1,67%; Alexandre Motta, 1,49%; e Ana Célia, 1,17%. A rejeição dos que concorrem ao Senado ficou assim: Garibaldi Filho, 15,49%; Geraldo Melo, 11,39%; Jácome, 4,39%; Alexandre Motta, 3,5%; Napoleão, 3,15%; Zenaide, 2,91%, Ana Célia, 1,96% e Capitão Styvenson, 1,72%. Rejeitam todos, 21,19%; e Rejeita nenhum, 23,09%.

Para o Governo do Estado, na pergunta estimulada, Fátima Bezerra aparece na pesquisa com 32,84%. Em seguida, vem o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo, com 15,74%; o governador Robinson Faria, 8,37%; Brenno Queiroga, 1,56%; Professor Carlos Alberto, 1,06%; Dario Barbosa e Freitas Júnior, cada um com 0,57%; e Heró Bezerra, 0,07%. Juntos, os sete somam 27,94%. “Nenhum” aparece com 29,08%; e “Não sabe” (brancos e nulos), com 9,86%.

Na pergunta espontânea (sem citar nomes), Fátima Bezerra também lidera, com 16,88%. Depois, vem Carlos Eduardo, com 7,16%; Robinson Faria, 3,83%; Brenno Queiroga, 0,57%; Professor Carlos Alberto, 0,35%; Freitas Júnior, 0,21%; Dario Barbosa, 0,14%. “Nenhum” tem 28,01% e “Não sabe” 42,34%. Os seis candidatos, neste cenário, somam 12,26%.

 

A pesquisa aferiu a rejeição dos candidatos ao governo. Robinson Faria, com 36,05% lidera. Seguido por Carlos Eduardo, 10,17%; Fátima Bezerra, 9,79%; Dario Barbosa, 2,54%; Brenno Queiroga, 1,59%; Heró Bezerra, 1,34%; Freitas Júnior, 0,95%.

 

Na possibilidade de um segundo turno, a candidata Fátima Bezerra bate todos os demais postulantes ao Governo do Estado. Contra Carlos Eduardo, ela teria 45,39%, contra 26,17% do ex-prefeito de Natal; e 52,62% contra o governador Robinson Faria, que alcança 12,98%. Em um segundo turno entre Carlos e Robinson, o primeiro teria 43,97% e o segundo 14,40%.


CENÁRIOS COM LULA, SEM LULA E REJEIÇÃO

 

Na eleição presidencial dois cenários, na estimulada, foram colocados para o eleitor: com e sem Lula. Com a participação do ex-presidente os números mostram o seguinte quadro: Lula, 50,21%; Jair Bolsonaro, 13,62%; Ciro Gomes, 4,61%; Marina Silva, 3,12%; Geraldo Alckmin, 1,56%; Álvaro Dias, 1,13%. “Nenhum”, 18,09% e “Não sabe”, 6,10%.

 

No cenário sem o ex-presidente Lula na disputa, o quadro é o seguinte: Bolsonaro, 15,25%; Fernando Haddad, 11,49%; Ciro, 10,28%; Marina, 8,44%; Alckmin, 2,91%; Álvaro, 2,34%. “Nenhum” 35,67% e “Não sabe”, 11,21%.

 

Entre os presidenciáveis, a maior rejeição é a do deputado Jair Bolsonaro, com 26,66% (30,74% entre as mulheres e 22,19% entre os homens). Na sequência vem Lula, 11,30% (8,78% no sexo feminino e 14,06% no sexo masculino); Marina, 7,12%; Alckmin, 6,59%; Ciro, 4,65%; Henrique Meirelles, 3,83%; Álvaro Dias, 2,53%. “Rejeita todos”, 14,95%; “Rejeita nenhum”, 13,54%.

 

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com os números: RN-06196/2018 e BR-07862/2018. Foram realizadas 1.410 entrevistas domiciliares entre os dias 24 e 27 de agosto de 2018. Público investigado: eleitores maiores de 16 anos residentes nas oito regiões do estado do Rio Grande do Norte. Margem de erro: 3,0% para mais ou para menos.

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Justiça arquiva processo movido pela Prefeitura contra sindicalista

Rosalba e Marleide: Entrave judicial

Foto: Reprodução/Arquivo

O juiz Pedro Cordeiro Júnior, da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Mossoró, determinou o arquivamento da interpelação judicial movida pela Prefeitura contra a pessoa física de Marleide Cunha, que é presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (Sindiserpum). O despacho é de 27 de agosto deste ano.

Foi em outubro de 2017 que a gestão Rosalba Ciarlini (PP) processou Marleide, após a sindicalista publicar um vídeo afirmando que plantões dos servidores da Saúde eram oferecidos como “moedas de troca” e “chantagens” para que a categoria não aderisse ao movimento de greve, deflagrado pelo sindicato, no ano passado. Marleide chegou a afirmar ainda que essas eram “estratégias parecidas com o crime organizado”.


No processo, a Prefeitura cobrava provas à sindicalista. Pedia ainda a retirada do vídeo do ar. Pedidos não aceitos pelo juiz.


Magistrado aponta ‘confusão’ da Prefeitura em interpelação


No despacho, o magistrado aponta o motivo para arquivamento: “No caso dos autos, entendo que a parte autora [Prefeitura de Mossoró] confundiu a figura da
interpelação judicial cível com a interpelação judicial criminal, prevista no art. 144, do Código
Penal, na qual, em casos de crime
 contra a honra, quem se julga ofendido pode pedir
explicações ao acusado em juízo”.


Em outro trecho, o juiz escreve: “Deste modo, configurada a evidente inadequação da via eleita, impõe-se
a extinção do processo sem resolução do mérito, nos termos do art. 485, inciso IV do Novo
Código de Processo Civil”.

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Anita Prestes abrirá Congresso da ADUERN em Mossoró

Filha de Carlos Prestes e Olga Benário ministrará palestra em Mossoró

Foto: web/arquivo

A historiadora e doutora em História Social, Anita Leocádia Prestes, filha dos revolucionários Luis Carlos Prestes e Olga Benário, estará em Mossoró para ministrar, no dia 14 de setembro, a palestra de abertura do 10º congresso dos professores e professoras da UERN.

Ela ministrará a palestra “Luiz Carlos Prestes, a Constituinte e a Constituição de 1988”. O evento será aberto ao público e terá início às 19h, no auditório do Hotel Vila Oeste. A discussão vai rememorar o aniversário de trinta anos do documento cidadão, em meio a uma conjuntura de retirada de direitos e ataques à classe trabalhadora.

Criminalização

Para a historiadora, mesmo após 30 anos da promulgação da Constituição de 1988, os brasileiros ainda vivem reféns da tutela militar, com artigos que ora  ou outra voltam a serem utilizados para frear manifestações populares, criminalizar os movimentos e atacar a organização dos trabalhadores e trabalhadoras e essa será uma das tônicas da discussão na abertura do Congresso da ADUERN.

Anita é professora do Programa de Pós-graduação em História Comparada do Instituto de História da UFRJ, autora de A Coluna Prestes (Paz e Terra, 1997), Tenentismo pós-30: continuidade ou ruptura? (Consequência, 2014), Luiz Carlos Prestes: um comunista brasileiro (Boitempo, 2015), Olga Benario Prestes: uma comunista nos arquivos da Gestapo (Boitempo, 2017).

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“Efeito cascata” de reajuste no STF pode chegar a R$ 25,8 milhões no RN

Salários de juízes e desembargadores também terão reajuste

Foto: Web

O aumento nos salários dos ministros do STF em 16,38% causará “efeito cascata” no RN de pelo menos R$ 25,8 milhões a mais por ano, somente com o salário-base de membros do Tribunal de Justiça, Ministério Público e Tribunal de Contas, informa o portal Tribuna do Norte.

Quem é do Tribunal de Justiça tem o salário aumentado automaticamente. Sai de R$ 30,4 mil em 2019 para R$ 35,4 mil, valor que passa a ser o teto do funcionalismo público.

Já para membros do MP e TCE, projetos de lei precisam ser enviados para a Assembleia Legislativa.

Acordo


No acordo feito entre o presidente Michel Temer (MDB) e os ministros da Suprema Corte, divulgado pela mídia nacional, os membros do STF se comprometeram de acabar com o auxílio-moradia, como maneira de compensação. Mas o Ministério Público Federal também já aprovou proposta de reajuste com mesmo percentual para procuradores, o que reforçaria o “efeito cascata”.

A proposta ainda será enviada para o Congresso Nacional e pode ser votada – e aprovada –  logo após as eleições.

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