Reitor e representantes do Inca cuabano se reúnem - Foto: reprodução
A Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) assinou um Acordo de Cooperação com o Instituto Nacional de Ciências Agrícolas – INCA, de Cuba, com o objetivo de ampliar a colaboração internacional nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e gestão universitária. O termo estabelece uma cooperação mútua e ampla entre as instituições, com vigência de cinco anos.
Pelo acordo, a parceria prevê o intercâmbio de professores, estudantes e técnicos administrativos, além da criação de grupos de trabalho e do desenvolvimento conjunto de projetos e programas de cooperação em curto, médio e longo prazos. Também estão previstas a organização de eventos acadêmicos, científicos e culturais, a oferta de cursos em diferentes níveis, a realização de consultorias técnicas e o intercâmbio de informações e publicações acadêmicas.
Professor Rodrigo Codes, reitor da Ufersa, explica que outro ponto estratégico do termo é a facilitação do acesso à infraestrutura informacional e laboratorial das duas instituições. “Essa é uma articulação que fortalece a produção científica e tecnológica em áreas de interesse comum”, reforça o reitor. As atividades serão detalhadas em planos de trabalho específicos, que deverão definir metas, cronogramas, etapas de execução e responsabilidades das equipes envolvidas.
Com a assinatura do documento, a Ufersa já acumula 27 parcerias bilaterais com instituições estrangeiras, sendo 8 delas assinadas somente em 2005, um marco na história das Relações Internacionais da instituição. “Estamos empenhado em estreitar relações com diversas instituições, o que amplia as oportunidades para a comunidade acadêmica e reafirma nosso compromisso com a internacionalização e o fortalecimento de redes internacionais”, defende o professor Victor Freire, à frente da Assessoria de Relações Internacionais da Ufersa.
Mais de 63 mil famílias em todas as regiões do Rio Grande do Norte correm o risco de perder o benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), concedido pelo Governo Federal, por falta de atualização dos dados cadastrais. Para manter o benefício, que garante a gratuidade nos primeiros 80 kWh consumidos, essas famílias precisam seguir as novas regras que passaram a valer em janeiro de 2026 e que impactam diretamente o acesso ao benefício.
As famílias beneficiárias precisam atentar para os dados informados em relação ao endereço e titularidade da conta, prioritariamente. A nova regulamentação do Governo Federal estabelece que a titularidade da conta de energia elétrica deve pertencer ao responsável familiar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico), ao favorecido pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou a um dos integrantes do mesmo grupo familiar registrado no CadÚnico. Além disso, o endereço da unidade consumidora precisa ser idêntico ao informado no CadÚnico ou INSS (caso seja beneficiário do BPC/LOAS), sem divergências.
As novas regras visam evitar fraudes e garantir que o benefício chegue a quem realmente tem direito. Qualquer inconsistência entre titularidade da conta e cadastro social pode levar à perda automática do benefício.
Como atualizar os dados
Para manter o direito à Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), os clientes devem atualizar seus dados no Cadastro Único, especialmente em casos de mudança de endereço ou composição familiar, o que pode ser feito junto ao CRAS do município. Para o público BPC/LOAS, a atualização do endereço deve ser realizada em uma das agências do INSS.
Também é necessário solicitar a troca de titularidade da conta de energia, caso ela não esteja no nome de um dos beneficiários. O procedimento pode ser realizado pelos canais digitais da Neoenergia Cosern, como site e aplicativo, ou nas Lojas de Atendimento ao Cliente, mediante apresentação de documento de identificação e número da unidade consumidora.
Kelly Kercy evidencia biodiversidade nordestina - Foto: reprodução
A produção científica do Rio Grande do Norte ganha destaque com a conclusão do doutorado da mossoroense Kelly Kercy Nogueira da Silva, que desenvolveu uma pesquisa voltada para a análise do efeito cicatrizante induzido pela espécie Sesuvium portulacastrum em feridas.
O estudo foi realizado no Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia (PPGB), no Curso de Doutorado Profissional em Biotecnologia da Saúde da Universidade Potiguar (UnP), sob orientação do Dr. Fausto Pierdoná Guzen, pesquisador com atuação consolidada na área da saúde e da biotecnologia.
Biodiversidade nordestina como fonte de inovação
A pesquisa parte de um olhar atento para a biodiversidade brasileira, especialmente para espécies adaptadas às condições adversas do Nordeste. A Sesuvium portulacastrum é uma planta halófita, capaz de sobreviver em ambientes salinos, frequentemente encontrados em regiões litorâneas e áreas com solos impactados pela salinidade presente em diversos territórios nordestinos.Segundo Kelly, a motivação para o estudo surgiu da busca por alternativas terapêuticas sustentáveis, acessíveis e baseadas em recursos naturais nacionais.“A literatura científica já apontava propriedades antioxidantes e antifúngicas da espécie. A partir disso, decidimos investigar seu potencial cicatrizante, considerando também o baixo custo e o impacto ambiental reduzido”, explica a pesquisadora.
Potencial ampliado
Além das propriedades terapêuticas, a planta também apresenta capacidade de fitorremediação no processo de recuperação de solos contaminados, o que amplia ainda mais seu potencial ecológico e biotecnológico.Na região da Costa Branca potiguar, que abrange municípios como Mossoró, Areia Branca, Grossos e Macau, a produção de sal é uma das principais atividades econômicas. Por ser rica em salinas, a região apresenta grande incidência dessa espécie vegetal em seu entorno.
O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN), monitora atualmente 69 mananciais responsáveis pela segurança hídrica dos municípios potiguares. Relatório divulgado nesta segunda-feira (02) aponta aumento no volume das reservas hídricas superficiais do estado, que acumulam 1.990.321.275 m³, correspondentes a 37,62% da capacidade total, estimada em 5.290.123.351 m³.
No levantamento anterior, divulgado em 23 de fevereiro, os reservatórios acumulavam 1.939.648.841 m³, equivalentes a 36,66% da capacidade total. O comparativo indica crescimento significativo nos volumes armazenados em decorrência das chuvas registradas nas últimas semanas.
Dinamarca e 35 reservatórios recebem água
A barragem Dinamarca, localizada no município de Serra Negra do Norte, atingiu 100% da sua capacidade e começou a verter (popularmente conhecida como “sangrar”) neste domingo (1º de março). O reservatório tem capacidade total de 2.724.425 m³ e, no relatório do dia 23 de fevereiro, acumulava apenas 226.088 m³, o equivalente a 8,30% da sua capacidade. O manancial é responsável pelo abastecimento público municipal.
Além da Dinamarca, outros 35 reservatórios apresentaram aumento nos volumes armazenados. O açude Novo Angicos, em Angicos, registrou aumento de 35,38%, passando de 631.426 m³ (14,87%) para 2.133.065 m³ (50,25%) de sua capacidade total, que é de 4.245.061 m³.
O açude Sossego, em Rodolfo Fernandes, teve incremento de 32,96%, acumulando atualmente 1.033.837 m³, o equivalente a 43,99% da sua capacidade total de 2.350.000 m³. No relatório anterior, o volume era de 259.275 m³ (11,03%).
Já o açude Japi II, em São José do Campestre, apresentou aumento de 30,29%, acumulando 8.986.149 m³, correspondentes a 43,52% da sua capacidade total (20.649.000 m³). O açude Pinga, em Cerro Corá, também registrou recarga expressiva de 26,24%, alcançando 2.931.135 m³, o equivalente a 74,16% da sua capacidade total, que é de 3.952.610 m³.
Situação dos maiores reservatórios
Entre os maiores mananciais do estado, a barragem de Barragem de Oiticica, segundo maior reservatório do RN, segue em processo de recarga. Atualmente acumula 168.705.076 m³, correspondentes a 22,72% da sua capacidade total de 742.632.840 m³. O volume representa aumento de 4,02% em relação ao dia 23 de fevereiro, quando o reservatório registrava 138.896.716 m³ (18,70%).
A Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do estado, acumula 1.000.833.576 m³, o equivalente a 42,17% da sua capacidade total de 2.373.066.000 m³.
Já a Barragem Santa Cruz do Apodi registra 321.012.200 m³ armazenados, correspondentes a 53,53% da sua capacidade total de 599.712.000 m³.
Reservatórios em alerta
Apesar das recargas observadas, 20 reservatórios permanecem com volumes inferiores a 10% da capacidade total, configurando estado de alerta. São eles:
Boqueirão de Parelhas (Parelhas) – 9,18%;
Itans (Caicó) – 0,05% (estava seco no levantamento anterior);
Sabugi (São João do Sabugi) – 1,33%;
Passagem das Traíras (São José do Seridó) – 0,03%;
A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) vivenciou na manhã da sexta-feira, 27, mais um marco em sua história.
Com a presença de autoridades e representantes da comunidade acadêmica, e com a apresentação cultural dos Ursos da Baixinha, foi inaugurado o Centro de Pesquisa da Pré-História João de Araújo Pereira Neto (CPPH), o primeiro do Brasil a reunir pesquisas em arqueologia e paleontologia.
O CPPH tem como finalidade principal atuar como guarda de acervos científicos, sendo oficialmente autorizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
O Centro de Pesquisa da Pré-História João de Araújo Pereira Neto foi construído a partir de convênio formalizado em 18 de maio de 2022 entre o Iphan-RN, a Uern e a Companhia Paranaense de Energia (Copel), viabilizando a construção de sua sede própria.
Com orçamento total estimado de R$ 1,2 milhão, o Centro conta com espaços de reserva técnica de arqueologia, laboratório arqueológico, laboratório de informática e pesquisa, sala de professores, sala de guarda de material paleontológico, sala de datações e outros ambientes de apoio às atividades.
Atualmente, o CPPH dispõe de 80 acervos científicos na Reserva Técnica, totalizando aproximadamente 50 mil artefatos culturais.
Autoridades destacam a importância do CPPH
A luta pela implantação desse equipamento acontece há alguns anos, tendo a figura do professor Valdeci Santos como um dos responsáveis. Emocionado, ele relembrou sua trajetória ao deixar o emprego de bancário para seguir carreira acadêmica na Uern há 28 anos. Hoje ele vê o sonho desse Centro de Pesquisa ser realizado, e dedicou ao seu grande parceiro de jornada, o também professor da Uern, João de Araújo (in memoriam). “Gratidão imensa ao meu amigo João. Onde ele estiver, está aplaudindo essa conquista”, disse.
Familiares de João de Araújo também compareceram, e demonstraram muita alegria com a homenagem. “Hoje está sendo concretizada essa obra que será importante para todos os estudantes. É uma pena ele não estar aqui, mas seu nome será eternizado por todo trabalho que ele realizou. Ele acreditava no poder transformador da educação”, declarou D. Maria Neusa, viúva do prof. João.
Em sua fala, a reitora da Uern destacou o empenho do professor Valdeci Santos na implantação desse Centro de Pesquisa. “Precisamos aqui registrar o nome do professor Valdeci, coordenador geral desse equipamento, que tem um trabalho implicado nacionalmente e internacionalmente. Aqui com certeza será um espaço para a formação acadêmica dos nossos estudantes em nível de graduação e pós-graduação, e estamos muito felizes com essa parceria”.
Representando a presidência do Iphan, Deyvesson Gusmão destacou o papel do instituto no incentivo à cultura e à pesquisa em todo o Estado. “Temos o desafio de internalizar a pesquisa no Estado e a Uern faz muito bem isso. Então essa entrega tem uma importância muito grande para a Universidade e também para o Iphan”, afirmou.
O Superintendente do Iphan, João Gentil, disse que hoje é um dia histórico para o Rio Grande do Norte. “Isso é mais que a entrega de um equipamento, é o compromisso com a ciência e com a memória de um povo”.
Representando a Governadora do RN, o Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar, Alexandre Lima, destacou a importância desse Centro de Pesquisa para fazer um resgaste histórico daquilo que foi “esquecido” ao longo do tempo. “Para isso é preciso pesquisas, e essa iniciativa é fundamental para que essa história negada e esquecida possa ser recolocada no centro, para que assim o país possa ter um projeto de desenvolvimento pleno”.
CPPH beneficiará estudantes
Com uma infraestrutura moderna e equipamentos novos e modernos, o Centro de Pesquisa da Pré-História vai contribuir para o desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão.
João Lucas é aluno do 9° período de História
“Será muito útil aos alunos de graduação e pós-graduação, tanto no curso de História, como no curso de Biologia, que a partir de agora vão ter também, além das atividades de ensino que já têm na graduação e pós-graduação, terão um centro onde eles poderão aprofundar suas pesquisas para elaboração de dissertação de mestrado, tese de doutorado e monografias”, comentou o prof. Valdeci Santos, Coordenador do CPPH.
João Lucas Linhares é estudante do 9° período de História e bolsista de iniciação científica na Uern. Para ele, esse Centro irá contribuir significativamente na formação dos alunos. “Eu acho que um prédio desse contribui à medida de que ele proporciona a experiência prática de lidar com o material, fazer a curadoria de materiais arqueológicos, tendo essa experiência também multidisciplinar”, declarou.
Solicitação de novo equipamento
Durante a solenidade, a reitora da Uern, Cicília Maia, entregou um ofício aos representantes do Iphan, onde solicita apoio institucional para a implantação do Centro de Preservação das Memórias dos Povos Originários e Afrodescendentes.
Líder indígena discursa durante evento
Esse Centro tem como perspectiva constituir-se como espaço permanente de referência para a preservação de acervos documentais, orais, imagéticos e audiovisuais, bem como para o desenvolvimento de ações em parceria com comunidades tradicionais, movimentos sociais, escolas e órgãos públicos.
A líder indígena, Lúcia Paiacu, presenciou a solenidade e discursou em defesa dos povos originários.
Imagem mostra como ficará novo prédio - Foto: divulgação
O antigo prédio da Rádio Rural de Mossoró está passando por um amplo processo de revitalização para se tornar o novo Centro Administrativo da Catedral de Santa Luzia.
O espaço foi planejado com o objetivo de centralizar e modernizar os serviços administrativos, oferecendo mais estrutura, organização e acolhimento à comunidade.
O novo centro contará com: Lojinha permanente de Santa Luzia, Secretaria Paroquial, Salas de reuniões e atendimento, Sala de imprensa e tesouraria.
A iniciativa busca não apenas aprimorar a gestão e o atendimento pastoral, mas também preservar a essência histórica do prédio.
Elementos originais, como a fachada e os tradicionais ladrilhos, estão sendo mantidos, garantindo que a memória da Rádio Rural permaneça viva.
“A transformação do espaço representa um investimento no futuro, sem abrir mão do respeito à história e à identidade que marcaram gerações em Mossoró”, destacou o pároco da Catedral e vigário geral da Diocese, padre Antoniel Alves da Silva.
UPA do Alto iniciou atendimento de paciente suspeito - Foto: arquivo
A Prefeitura de Mossoró, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que o caso em investigação de uma paciente que deu entrada no último dia 20 de fevereiro na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alto de São Manoel foi concluído nesta quarta-feira (25), com resultado negativo para monkeypox.
A paciente deu entrada na UPA com sintomas suspeitos. A Prefeitura seguiu o protocolo do Ministério da Saúde, isolando a paciente, medicando e realizando exames laboratoriais. Foi realizada a coleta e o material foi enviado para Natal para análise.
O resultado negativo descartou a suspeita de monkeypox.
“Desde o primeiro atendimento, a Secretaria Municipal de Saúde acompanhou o caso, seguindo todos os protocolos estabelecidos pela Vigilância em Saúde e pelo Ministério da Saúde. A paciente recebeu a assistência necessária, os exames foram realizados e, com o resultado negativo, a suspeita foi descartada”, destacou a secretária de Saúde, Morgana Dantas.
A mpox é uma doença viral causada pelo vírus monkeypox, da mesma família da varíola. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou objetos contaminados.
A Universidade Federal Rural do Semi-Árido e a Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC divulgaram, no último dia 23 de fevereiro, o resultado final do processo seletivo do Projeto Pilotos do Semiárido, que formará a primeira turma do curso de Piloto de Aviação Comercial oferecido por uma universidade pública no Brasil.
Mais de 840 candidatos oriundos de todos os Estado do Brasil se inscreveram no processo seletivo, que perpassou as fases de triagem considerando aspectos acadêmicos e sociais, prova teórica e a requisição do Certificado Médico Aeronáutico – CMA. A primeira turma está formada com 20 candidatos aprovados, que expressam a diversidade regional, equilíbrio de gênero e pluralidade de experiências.
Dos selecionados, 10 são homens e 10 são mulheres, oriundos de 12 estados brasileiros e distribuídos pelas cinco regiões do país. Da região Sudeste, os 6 alunos aprovados são de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro; do Nordeste, 6 alunos entre os Estados do Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia; 3 selecionados são do Estado do Goiás, contemplando a região Centro-Oeste; da região Norte, os três selecionados são do Pará, Tocantins e Rondônia; e os dois selecionados do Sul são do estado do Paraná.
A faixa etária dos estudantes varia de 24 a 44 anos, com média de 30 anos, reunindo tanto jovens em início de carreira quanto profissionais com maior bagagem de vida e experiência.
As aulas do curso de formação já começaram, no Aeroclube de Pernambuco, situado na cidade de Igarassu, na região metropolitana do Recife, capital do Estado. Ao longo da formação, a turma passará por aulas com instrução prática de piloto privado de avião, curso teórico e prático de piloto comercial de avião com habilitação Multimotor e Voo por Instrumento, aulas de Inglês aplicado a aviação.
O curso, desenvolvido no âmbito do Programa Pilotos do Semiárido, tem como objetivo ampliar o acesso à formação aeronáutica, interiorizar oportunidades educacionais e contribuir para o desenvolvimento regional por meio da qualificação técnica. Com essa iniciativa, a Ufersa se torna a primeira instituição pública brasileira a ofertar um curso integral de formação de pilotos de aviação civil.
A Prefeitura de Mossoró, por meio do Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Mossoró (PREVI), reforça aos aposentados e pensionistas a importância de realizar a prova de vida. O procedimento é obrigatório para todos os aposentados e pensionistas vinculados ao Previ Mossoró.
A medida passou a ser realizada anualmente, no mês de aniversário do beneficiário, como condição para a manutenção do pagamento do benefício previdenciário. Levantamento do órgão municipal aponta que nove beneficiários ainda não realizaram a prova de vida, referente aos aniversariantes de janeiro. Eles estão na iminência de suspensão do benefício, caso não regularizem a situação com urgência.
A realização da prova de vida tem como principal finalidade confirmar que o beneficiário está vivo, evitando pagamentos indevidos, prevenindo fraudes e assegurando a correta aplicação dos recursos públicos. Trata-se de uma medida de controle administrativo indispensável para a manutenção do equilíbrio financeiro e atuarial do regime previdenciário.
A prova de vida é realizada exclusivamente de forma digital, por meio do aplicativo Meu RPPS, disponibilizado nas lojas compatíveis com Android e iOS. Para a realização do procedimento, o aposentado ou pensionista deverá apresentar, por meio do aplicativo Meu RPPS, os seguintes documentos e informações: I – Documento oficial de identificação com foto; II – Reconhecimento facial.
O não comparecimento para realização da prova de vida dentro do prazo estabelecido poderá resultar em: Suspensão preventiva do benefício, até a regularização; Posterior bloqueio do pagamento, caso permaneça a ausência; Restabelecimento apenas após a realização do procedimento obrigatório.
Os servidores que necessitarem do atendimento presencial podem se destinar ao local de segunda a sexta, das 8h às 14h. Dúvidas também podem ser sanadas pelo e-mail atendimento@previmossoro.com.br. Os servidores que necessitarem do atendimento presencial podem se destinar ao local de segunda a sexta, das 8h às 14h.
APOSENTADOS E PENSIONISTAS QUE AINDA NÃO FIZERAM A PROVA DE VIDA REFERENTE A JANEIRO:
Alexandre Rodrigues assume coordenação de área da Capes - Foto cedida
O pesquisador Alexandre Rodrigues Silva, professor da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), foi nomeado coordenador da Área de Medicina Veterinária junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, órgão do Ministério da Educação – MEC responsável pelo gerenciamento do Sistema Nacional de Pós-Graduação nos níveis de doutorado e mestrado acadêmico e profissional.
Antes da atual nomeação, o docente já exercia a função de coordenador-adjunto da área, que integra 88 programas de pós-graduação em instituições de ensino superior no Brasil. Os coordenadores de área são consultores designados para planejar e executar as atividades das respectivas áreas junto à Capes, incluindo a avaliação dos programas de pós-graduação.
Alexandre Rodrigues é graduado em Medicina Veterinária pela Universidade Estadual do Ceará – Uece, instituição onde também cursou mestrado e doutorado na área de Reprodução Animal. Na Ufersa, é professor titular do Centro de Ciências Agrárias – CCA e coordenador do Laboratório de Conservação de Germoplasma Animal, onde desenvolve pesquisas voltadas ao estudo da fisiologia e de biotecnologias reprodutivas aplicadas a cães e animais selvagens.