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Zenaide cobra qualidade e fiscalização nas faculdades privadas de Medicina

Ao votar contra o projeto de lei (PL 2.294/2024) que cria uma “OAB da Medicina” como regra para estudantes recém-formados da profissão começarem a trabalhar, a senadora Zenaide Maia (PSD-RN) cobrou e defendeu fiscalização efetiva e constante, por parte do ministério da Educação (MEC), em relação aos cursos de medicina oferecidos por faculdades e universidades privadas no país.

A proposta foi aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quarta-feira (25) no Senado. Zenaide e outros parlamentares pretendem interpor recurso (requerimento) para que haja análise do texto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e no Plenário principal da Casa. Se aprovado, o requerimento suspende o resultado favorável de caráter terminativo (decisão final, que envia o projeto direto à Câmara dos Deputados) da CAS.

Médica do serviço público, a senadora se posiciona num contexto em que a falta de capacitação plena de boa parte de jovens formados em medicina vem sendo fortemente criticada na sociedade e no Congresso Nacional.

“A solução para o problema de faculdades ruins não é aprovar no Congresso Nacional um exame de proficiência de final do curso – a ser aplicado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), uma entidade de classe -, mas, sim, reforçar na lei os mecanismos de controle do governo federal, aperfeiçoando-se o já exitoso Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed)”, frisou Zenaide.

O Enamed é uma iniciativa do MEC que avalia os cursos de medicina, enquanto o projeto aprovado nesta quarta-feira (25) no Senado cria o Exame Nacional de Proficiência em Medicina (Profimed), a cargo do CFM. Médicos, universidades e estudantes de medicina de todo o país acompanham a polêmica discussão legislativa, na qual Zenaide teve protagonismo e aprovou audiência pública para debater a fundo a matéria.

“O que se está criando com essa proposta são duas provas com orientações diferentes, e isso vai gerar judicialização e confusão administrativa. Se o MEC já aplica essa prova, não faz sentindo aprovar uma segunda prova feita por um conselho de classe. Inclusive, o próprio MEC já está ampliando o Enamed para que seja feito no 4º ano do curso, a tempo corrigir problemas na formação dos estudantes de medicina”, assinalou a senadora.

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Política

Projeto que cria ‘OAB da Medicina’ avança no Senado

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) concluiu, nesta quarta-feira (25), a votação de projeto que cria prova nacional de medicina como pré-requisito para o registro profissional. O Exame Nacional de Proficiência em Medicina (Profimed) agora será analisado na Câmara dos Deputados, salvo se pelo menos nove senadores requerem votação no Plenário do Senado.

Os recém-formados em medicina realizarão o Profimed a partir do primeiro semestre após o término do curso. Quem não for aprovado poderá atuar de forma exclusiva em atividades técnico-científicas, sem contato com pacientes, mediante autorização do Conselho Regional de Medicina (pela Inscrição de Egresso em Medicina).

Ficarão dispensados médicos já registrados e estudantes que comecem o curso enquanto o projeto não virar lei.

O Conselho Federal de Medicina (CFM), que regula a profissão de medicina, realizará o Profimed, que também avaliará habilidades clínicas e práticas. A escolha do CFM foi alvo de divergência entre os senadores desde o início do projeto, o que adiou a votação em diversos momentos.

Enamed

De acordo com o projeto, o Enamed será realizado no quarto ano do curso. Atualmente, ocorre no quarto e no sexto ano da graduação.

A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) avaliou que o Profimed retira parcialmente a responsabilidade do Ministério de Educação de avaliar os cursos. Para Dr. Hiran, a pasta tem sido negligente “em controlar com rigor” a qualidade das universidades em todos os governos.

A proposta ainda prevê:

  • plano de expansão da residência, com meta de alcançar, até 2035, ao menos 0,75 vaga de residência por médico formado;
  • competência exclusiva da União para autorizar e supervisionar os cursos de medicina.

Fonte: Agência Senado

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Utilidade Pública

Exames descartam mpox em paciente atendido em Mossoró

A Prefeitura de Mossoró, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que o caso em investigação de uma paciente que deu entrada no último dia 20 de fevereiro na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alto de São Manoel foi concluído nesta quarta-feira (25), com resultado negativo para monkeypox.

A paciente deu entrada na UPA com sintomas suspeitos. A Prefeitura seguiu o protocolo do Ministério da Saúde, isolando a paciente, medicando e realizando exames laboratoriais. Foi realizada a coleta e o material foi enviado para Natal para análise.

O resultado negativo descartou a suspeita de monkeypox.

“Desde o primeiro atendimento, a Secretaria Municipal de Saúde acompanhou o caso, seguindo todos os protocolos estabelecidos pela Vigilância em Saúde e pelo Ministério da Saúde. A paciente recebeu a assistência necessária, os exames foram realizados e, com o resultado negativo, a suspeita foi descartada”, destacou a secretária de Saúde, Morgana Dantas.

A mpox é uma doença viral causada pelo vírus monkeypox, da mesma família da varíola. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou objetos contaminados.

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Utilidade Pública

Ufersa é pioneira no Brasil ao lançar primeiro curso público de pilotos civis

A Universidade Federal Rural do Semi-Árido e a Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC divulgaram, no último dia 23 de fevereiro, o resultado final do processo seletivo do Projeto Pilotos do Semiárido, que formará a primeira turma do curso de Piloto de Aviação Comercial oferecido por uma universidade pública no Brasil.

Mais de 840 candidatos oriundos de todos os Estado do Brasil se inscreveram no processo seletivo, que perpassou as fases de triagem considerando aspectos acadêmicos e sociais, prova teórica e a requisição do Certificado Médico Aeronáutico – CMA. A primeira turma está formada com 20 candidatos aprovados, que expressam a diversidade regional, equilíbrio de gênero e pluralidade de experiências.

Dos selecionados, 10 são homens e 10 são mulheres, oriundos de 12 estados brasileiros e distribuídos pelas cinco regiões do país. Da região Sudeste, os 6 alunos aprovados são de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro; do Nordeste, 6 alunos entre os Estados do Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia; 3 selecionados são do Estado do Goiás, contemplando a região Centro-Oeste; da região Norte, os três selecionados são do Pará, Tocantins e Rondônia; e os dois selecionados do Sul são do estado do Paraná.

A faixa etária dos estudantes varia de 24 a 44 anos, com média de 30 anos, reunindo tanto jovens em início de carreira quanto profissionais com maior bagagem de vida e experiência.

As aulas do curso de formação já começaram, no Aeroclube de Pernambuco, situado na cidade de Igarassu, na região metropolitana do Recife, capital do Estado. Ao longo da formação, a turma passará por aulas com instrução prática de piloto privado de avião, curso teórico e prático de piloto comercial de avião com habilitação Multimotor e Voo por Instrumento, aulas de Inglês aplicado a aviação.

O curso, desenvolvido no âmbito do Programa Pilotos do Semiárido, tem como objetivo ampliar o acesso à formação aeronáutica, interiorizar oportunidades educacionais e contribuir para o desenvolvimento regional por meio da qualificação técnica. Com essa iniciativa, a Ufersa se torna a primeira instituição pública brasileira a ofertar um curso integral de formação de pilotos de aviação civil.

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Política

Renan vai a Brasília e busca recursos para Upanema

O prefeito Renan (PP) está em Brasília-DF participando da mobilização municipalista promovida pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), que reúne gestores de todo o país em defesa dos Municípios diante do avanço de matérias com alto impacto fiscal no Congresso Nacional.

Ao lado de mais de 1,2 mil prefeitos e prefeitas, Renan integra o movimento que busca chamar a atenção para os efeitos de propostas em tramitação que podem comprometer significativamente as finanças municipais. A comitiva do Rio Grande do Norte conta com mais de 70 gestores, reforçando a força da representação potiguar na mobilização.

A programação teve início na sede da CNM e seguiu com agendas junto a representantes dos poderes Executivo e Legislativo. Durante a abertura dos trabalhos, o presidente da entidade, Paulo Ziulkoski, apresentou estudo técnico apontando que as chamadas pautas de alto impacto podem gerar um custo de até R$ 270 bilhões aos cofres municipais, caso sejam aprovadas.

Diálogo direto

Além da participação na mobilização, o prefeito Renan tem aproveitado a permanência na capital federal para manter diálogo direto com parlamentares do Rio Grande do Norte, reforçando pleitos estratégicos para Upanema. Nesta quarta-feira (25), ele se reuniu com o deputado federal João Maia, reconhecido como um dos principais aliados do município em Brasília.

Ao avaliar a agenda, o prefeito destacou o aproveitamento da viagem e os resultados alcançados. Segundo ele, neste primeiro contato do ano de 2026 foi possível avançar de forma concreta na viabilização de importantes recursos para Upanema, por meio de diálogo produtivo e articulação institucional com os deputados federais João Maia e Sargento Gonçalves, além dos senadores Rogério Marinho, Styvenson Valentim e Zenaide Maia.

“A participação na mobilização e as reuniões em Brasília reforçam o compromisso da gestão municipal em fortalecer parcerias institucionais, ampliar investimentos e garantir mais desenvolvimento e qualidade de vida para a população de Upanema”, avaliou o prefeito.

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