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Styvenson lidera disputa ao Senado e Fátima e Zenaide brigam pela segunda vaga

Agora RN

A pesquisa Exatus também mediu a intenção de voto para o Senado, que em 2026 terá duas vagas em disputa. O senador Styvenson Valentim (PSDB) aparece como favorito nas menções espontâneas, citado por 16,4% dos eleitores. Ele é seguido pela governadora Fátima Bezerra (PT), lembrada por 4,4%, e pela senadora Zenaide Maia (PSD), também com 4,4%.

Outros nomes citados foram o ex-prefeito Álvaro Dias (0,8%), o prefeito Allyson Bezerra (0,6%), o senador Rogério Marinho (0,6%), além do presidente do PL em Natal, Coronel Hélio (0,2%).

Na pesquisa estimulada, quando é apresentada ao eleitor uma lista de possíveis candidatos, o senador Styvenson Valentim (PSDB) lidera como primeira opção, citado por 35,3% dos entrevistados.

Em seguida, aparece a governadora Fátima Bezerra (PT), lembrada por 14,2%, e a senadora Zenaide Maia (PSD), com 7,7%. Outros nomes somaram percentuais menores: o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos), com 7,6%; o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo (PSD), com 7,1%; Coronel Hélio Oliveira (PL), presidente do PL em Natal, citado por 1,5%; e o presidente da Femurn, Babá Pereira (PL), com 1%. Ainda assim, 18% dos eleitores disseram que não votariam em nenhum candidato e 7,8% não souberam ou não responderam.

Quando o levantamento considerou a segunda opção dos eleitores para o Senado, Styvenson voltou a liderar, desta vez com 17,4%. A senadora Zenaide Maia aparece em seguida, citada como segunda escolha por 10,3%, e o ex-prefeito Álvaro Dias praticamente empata, com 9,1%. Fátima Bezerra figura como segunda opção para 7,6%, e Carlos Eduardo tem 6,9%. Coronel Hélio (4%) e Babá Pereira (0,7%) também foram lembrados, embora em menor escala. Nesta rodada, a taxa de indefinição foi ainda mais alta: 28,1% não apontaram nenhum nome e 16% não souberam ou não quiseram responder.

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Senador Styvenson Valentim (PSDB) lidera para o Senado Federal, com Fátima Bezerra (PT) e Zenaide Maia (PSD) disputando 2º lugar. Arte: AGORA RN

Disputa presidencial tem liderança folgada de Lula

A pesquisa Exatus também aferiu o cenário para a eleição presidencial de 2026 no Rio Grande do Norte. Na espontânea, quando não são apresentados nomes aos entrevistados, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece como o mais citado, com 31,1% das menções. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), inelegível por decisão da Justiça Eleitoral e condenado por tentativa de golpe de estado no Supremo Tribunal Federal (STF), aparece em segundo, sendo a opção de 17,8%.

Outros nomes aparecem de forma marginal, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 1,3%, e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 0,4%. A pesquisa mostra ainda que 39,9% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder, e 7,1% disseram que votariam em branco ou nulo.

Na estimulada, foram testados dois cenários. No primeiro cenário, o presidente Lula (PT) aparece na liderança no Rio Grande do Norte, com 40,8% das intenções de voto. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vem em segundo lugar, com 31,3%. Em patamar menor aparecem o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), com 1,9%; o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 1,5%; e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), com 1%. Entre os entrevistados, 17,7% declararam que votariam em branco ou nulo, e 5,8% não souberam ou não responderam.

No segundo cenário, em que Bolsonaro não foi incluído, Lula mantém a dianteira com 38,9%. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece em segundo lugar, com 18,2%, seguido por Ratinho (3,9%), Zema (2,6%) e Caiado (1,8%). Neste quadro, 26,8% afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 8,1% não souberam ou preferiram não responder.

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Presidente Lula (PT) lidera corrida para a presidência, com 31,1% das menções. Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 17,8% das intenções de voto, mesmo condenado por tentativa de golpe de estado. Arte: AGORA RN

Metodologia

O levantamento ouviu 2.029 eleitores distribuídos proporcionalmente entre todas as regiões do Estado, considerando variáveis como sexo, idade, escolaridade e renda. A margem de erro é de 2,19 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

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Allyson lidera disputa a governo com 39,4% contra 27,4% de Rogério e 6,9% de Cadu

Agora RN

A corrida para o Governo do Estado em 2026 tem um líder destacado: o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União). Embora não tenha anunciado oficialmente que vai para a disputa, é ele quem aparece à frente da corrida estadual segundo pesquisa realizada pela Exatus Consultoria e Pesquisa. O levantamento ouviu 2.029 eleitores entre os dias 18 e 21 de setembro, em todas as regiões do Rio Grande do Norte.

Trata-se da pesquisa mais ampla feita até agora no Estado — outros levantamentos anteriores ouviram um número menor de entrevistados — e marca o início de uma série que vai acompanhar a evolução da disputa eleitoral.

Nos cenários testados, Allyson aparece sempre na liderança. Em um confronto direto com o senador Rogério Marinho (PL) e o secretário estadual de Fazenda, Cadu Xavier (PT), ele soma 39,4%, contra 27,4% de Rogério e 6,9% de Cadu. Nessa simulação, 19,4% dos eleitores disseram que votariam em branco ou nulo, e 7,1% não souberam responder.

Quando o vice-governador Walter Alves (MDB) entra no cenário no lugar de Cadu, Allyson mantém praticamente o mesmo desempenho: 39,1% das intenções de voto, contra 26,4% de Rogério e 3,9% de Walter. Branco ou nulo somam 22,9%, enquanto 8% não sabem ou não quiseram responder.

Em outro cenário, Allyson Bezerra amplia a distância. O prefeito de Mossoró chega a 45,8%, enquanto o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos) registra 12,9% e Cadu Xavier, 7,1%. Brancos e nulos somam 24,7%, e 9,7% não souberam responder.

Num quadro em que a disputa inclui Álvaro e Walter, Allyson também lidera com 45,8%, seguido por Álvaro com 12,5% e Walter com 3,8%. Segundo o levantamento, 27,8% responderam que votariam em branco ou nulo e 10,3% não sabem ou não quiseram responder.

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Allyson lidera disputa para o Governo, com 39%; Rogério tem 27% e Cadu soma 6%. Quando Walter Alves (MDB) entra no cenário no lugar de Cadu, Allyson mantém praticamente o mesmo desempenho: 39,1% das intenções de voto. Arte: AGORA RN

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Em outro cenário, Allyson Bezerra amplia a distância. O prefeito de Mossoró chega a 45,8%, enquanto o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos) registra 12,9% e Cadu Xavier, 7,1%. Arte: AGORA RN

Espontânea

Na pesquisa espontânea para o Governo do Estado — quando o entrevistado responde sem que nomes sejam apresentados — o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), aparece em primeiro lugar, citado por 13,1% dos eleitores. O senador Rogério Marinho (PL) surge em seguida, com 10,4%, enquanto o “candidato de Fátima” foi lembrado por 3,7% e o secretário de Fazenda, Cadu Xavier (PT), por 1,8%.

Outros nomes tiveram menções menores, como o senador Styvenson Valentim (PSDB), com 1,2%. A resposta “Opção do PT” foi dada por 0,5% dos entrevistados, enquanto “Operação Contra o PT” foi lembrada por 0,4%. O ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos) e a deputada federal Natália Bonavides (PT) foram citados por 0,3%, cada.

Apesar das citações, a pesquisa revela um alto índice de indefinição entre os eleitores: 59,6% disseram não saber em quem votariam se a eleição fosse hoje, enquanto 7,2% declararam voto branco ou nulo. O resultado mostra que, embora Allyson e Rogério despontem como os nomes mais lembrados de forma espontânea, a disputa ainda está em fase inicial, com a maioria do eleitorado sem posição consolidada.

Avaliação das gestões

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No plano federal, o presidente Lula (PT) tem aprovação de 43,44% dos potiguares; Fátima Bezerra, governadora do RN, enfrenta uma rejeição elevada: 66,58% desaprovam a gestão. Arte: AGORA RN

Além da disputa eleitoral, a Exatus também aferiu a popularidade das gestões estadual e federal no Rio Grande do Norte.

No plano federal, o presidente Lula (PT) tem aprovação de 43,44% dos potiguares, contra 47,19% de desaprovação. Outros 9,5% não souberam responder.

Já no Rio Grande do Norte, a governadora Fátima Bezerra (PT) enfrenta uma rejeição mais elevada: 66,58% desaprovam sua administração, enquanto apenas 23,35% aprovam. Outros 10,22% não responderam.

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Styvenson anuncia que é contra PEC da Blindagem e isola Rogério

O senador Styvenson Valentim (PSDB) anunciou em suas redes sociais, na noite desta segunda-feira, que é contra a chamada PEC da Blindagem.

Ele vinha sendo criticado pelo silêncio sobre o assunto.

“Assim que chegar ao plenário vocês vão ver como vou votar. Não existe a menor chance de eu votar a favor de quem faz coisas erradas e quer se proteger”, antecipou.

Antes de Styvenson, a senadora Zenaide Maia (PSD) já havia se posicionado contra à PEC desde a quinta-feira passada (18).

Rogério Marinho

O posicionamento de Styvenson isola um de seus principais aliados políticos no RN, o senador Rogério Marinho (PL).

Rogério não se pronunciou oficialmente sobre a PEC, mas a expectativa é de voto a favor.

Ele é apontado como um dos incentivadores da medida dentro de seu partido. Na Câmara dos Deputados, o PL votou 100% a favor da proposta.

Se Rogério votar mesmo a favor, será o único voto, no RN, favorável à PEC.

PEC será derrubada no Senado

O relator da PEC da Blindagem na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), revelou, em entrevista ao CNN 360°, que já existe uma maioria formada contra a aprovação da proposta. Segundo ele, 51 senadores já se manifestaram publicamente contrários ao texto.

O que diz a PEC da Blindagem

  • Deputados e senadores só poderiam ser investigados ou processados com autorização da própria Casa Legislativa (Câmara ou Senado).

  • Prisão de parlamentares só ocorreria em flagrante de crime inafiançável, e ainda assim dependeria de confirmação do plenário da Casa.

  • Na prática, reduz o alcance de decisões individuais de ministros do STF sobre membros do Congresso.

A “PEC da Blindagem” ou “PEC da Impunidade” daria uma espécie de salvo-conduto para que políticos investigados ficassem protegidos por seus pares.

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Assú e Baraúna recebem obras garantidas por emendas de Zenaide

Na sexta-feira (19), a senadora Zenaide Maia participou de uma série de solenidades nos municípios de Assú e Baraúna.

Em Assú, a parlamentar iniciou a agenda visitando as obras da Passagem Molhada do Cumbe e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Em seguida, participou da solenidade de assinatura da ordem de serviço para a construção do Centro Especializado em Reabilitação – CER IV.

Atualmente, o Rio Grande do Norte conta com apenas cinco unidades desse porte. Com o novo investimento, Assú terá o sexto CER IV do estado, beneficiando não apenas os assuenses, mas toda a região. O ato contou com a presença do prefeito Lula, da vice-prefeita Dra. Isabela Morais, do ex-prefeito Gustavo Montenegro, de vereadores, secretários, representantes da Apae e da população.

Na sequência, Zenaide seguiu para o município de Baraúna, onde participou da assinatura da ordem de serviço para a pavimentação asfáltica de ruas da comunidade Juremal, um investimento superior a R$ 1,2 milhão, viabilizado pelo mandato da senadora. O evento reuniu a prefeita Divanize Oliveira, o vice-prefeito Marcos Antônio, o deputado estadual Ivanilson Oliveira, vereadores, secretários e a população local.

“Essas obras representam qualidade de vida, inclusão e dignidade para o povo. Seguiremos trabalhando para levar investimentos que atendam às reais necessidades dos municípios do nosso estado”, destacou a senadora.

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Trump impõe sanções à esposa de Moraes, AGU e mais quatro

CNN Brasil (Anna Júlia Lopes e Gabriela Boechat)

Os Estados Unidos aplicaram nesta segunda-feira (22) a Lei Magnitsky contra a esposa e os filhos do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Também foram aplicadas sanções – vistos revogados – contra o advogado-geral da União, Jorge Messias, e outras cinco pessoas.

As medidas são mais uma resposta da Casa Branca em retaliação à recente condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já havia manifestado descontentamento com a decisão judicial e sinalizou um possível agravamento nas relações entre Washington e Brasília.

Viviane de Moraes

Advogada formada pela Unip (Universidade Paulista), Viviane é sócia-coordenadora do escritório “Barci de Moraes”, localizado em São Paulo. Assim como Moraes, ela também foi sancionada pela Lei Magnitsky.

O anúncio foi feito no site do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos. As medidas foram aplicadas contra a empresa LEX – Institutos de Estudos Jurídicos, da qual Viviane é sócia, juntamente com os filhos Gabriela, Giuliana e Alexandre.

A medida impõe sanções econômicas, com base em alegações de “prisões arbitrárias” e “restrições à liberdade de expressão”. Desde o início dos atritos do Brasil com a Casa Branca envolvendo o julgamento de Bolsonaro, Moraes tem sido o principal alvo do governo norte-americano. O magistrado é relator de ações penais no STF, incluindo as que foram responsáveis pela condenação do ex-presidente brasileiro.

Jorge Messias

À frente da AGU (Advocacia-Geral da União), Messias é o principal representante da União em questões judiciais e extrajudiciais. Em agosto, o órgão contratou um escritório norte-americano para representar o Brasil em casos de sanções impostas pelos Estados Unidos.

A informação de que o AGU teve o seu visto revogado foi dita por uma fonte ligada ao governo norte-americano à agência Reuters.

Em resposta, Messias afirmou que as medidas aplicadas pelo governo dos EUA são incompatíveis com a relação harmoniosa entre os dois países e disse que a revogação do visto se trata de uma “agressão injusta”. O advogado-geral acrescentou ainda que reforça o seu compromisso com a independência constitucional do Judiciário brasileiro e que recebe “sem receios” a medida.

Outras sanções

Também segundo a Reuters, outras cinco pessoas terão seus vistos revogados. Dentre eles, o ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Benedito Gonçalves. O magistrado foi ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e, à época, foi o relator das ações que deixaram Bolsonaro inelegível.

O atual juiz-auxiliar de Moraes no STF, Rafael Rocha, também teve o visto revogado. O magistrado apoia o ministro na condução de diferentes processos, inclusive os que envolvem réus do 8 de janeiro e do plano de golpe.

Rafael foi responsável, por exemplo, por conduzir audiências de testemunhas durante a fase de instrução dos processos sobre tentativa de golpe.

Em julho, o governo Trump já havia anunciado que haveria medidas contra as pessoas próximas de Moraes. Em publicação no X, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que ordenou a revogação dos vistos de aliados do ministro no tribunal, bem como de seus familiares.

Além de Rafael, Marco Antonio Martin Vargas também foi alvo das sanções. Vargas foi juiz auxiliar de Moraes durante o período em que ele comandou o TSE, nas eleições de 2022. Hoje, é desembargador do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo).

Na lista dos magistrados que trabalharam junto a Moraes, também está Airton Vieira, também desembargador do TJ-SP. Anteriormente, Vieira foi juiz instrutor do gabinete de Moraes no STF.

Tanto Vieira quanto Vargas foram citados em reportagem do jornal Folha de S. Paulo que apontou que o setor de combate à desinformação do TSE foi demandado de forma não oficial pelo gabinete de Moraes durante as eleições de 2022.

O ex-ministro da AGU no governo Bolsonaro, José Levi, também terá o visto revogado. Após um ano no cargo, o jurista pediu demissão e foi substituído por André Mendonça, hoje ministro do STF por indicação do ex-presidente. Em 2022, ano eleitoral, José Levi assumiu a secretaria-geral da presidência do TSE, à época comandada por Moraes.

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Governo nomeia 56 servidores para o Hospital da Mulher

O Governo do RN nomeou nesta sexta-feira mais 56 aprovados no concurso público da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). Os novos servidores serão lotados no Hospital da Mulher, em Mossoró, para suprir as necessidades da unidade.

As nomeações foram publicadas na edição desta sexta-feira (19) do Diário Oficial do Estado.

Contemplam 45 técnicos de enfermagem, sete assistentes técnicos administrativos, um técnico de hemoterapia e três técnicos bioquímicos.

As provas do concurso público da Saúde aconteceram em junho passado. À época, mais de 55 mil candidatos se inscreveram para a disputa das 565 vagas, sendo 259 destinadas a cargos de nível médio e técnico.

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MPF quer compensação de salinas por danos ambientais no RN

O Ministério Público Federal (MPF) começou a apresentar propostas de acordo em ações judiciais envolvendo possíveis danos ao meio ambiente provocados por seis salinas localizadas no litoral norte do Rio Grande do Norte, na chamada Costa Branca potiguar. Essas propostas preveem desocupação de áreas de preservação permanente (APPs), bem como a necessidade de compensação ambiental por danos causados em anos de exploração da atividade em desacordo com as normas legais.

As propostas, de autoria do procurador da República Higor Rezende Pessoa, passarão pela análise das empresas e também do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema/RN). Uma vez aceitas, devem ser aprovadas pela Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural (4CCR) do MPF antes da homologação judicial.

O procurador ressalta que a indústria salineira no Rio Grande do Norte tem “raízes históricas profundas, sendo um pilar fundamental da economia no estado, bem como no Brasil”. O Rio Grande do Norte é o maior produtor de sal marinho do país, respondendo por cerca de 95% da produção nacional, usado na alimentação e também destinado à indústria química, farmacêutica e de petróleo.

“A relevância econômica e social da indústria salineira é inegável, gerando empregos diretos e indiretos, promovendo o desenvolvimento regional e contribuindo para a balança comercial brasileira”, enfatiza o representante do MPF. Tudo isso, porém, não justifica a ocorrência de impactos ambientais, especialmente em ecossistemas sensíveis como manguezais, apicuns e salgados, que integram APPs no litoral potiguar.

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MP pede bloqueio de R$ 2,8 milhões do Estado em favor de hospital

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), por meio da 47ª Promotoria de Justiça de Natal, ajuizou uma petição judicial na 2ª Vara da Infância e Juventude solicitando a tutela da evidência para obrigar o Estado do Rio Grande do Norte a formalizar um novo convênio com o Hospital Infantil Varela Santiago (HIVS). A medida visa assegurar a continuidade dos serviços de saúde pediátrica e o pagamento de parcelas em atraso.

O pedido do MPRN detalha a inércia do Estado e da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) em cumprir os acordos judiciais previamente estabelecidos. Apesar de duas audiências de conciliação terem ocorrido, em 22 de janeiro e 28 de maio deste ano, nas quais a Sesap se comprometeu a apresentar uma minuta de convênio e iniciar sua execução, os prazos não foram respeitados.

A atuação do MPRN se fundamenta no princípio constitucional da prioridade absoluta na proteção dos direitos de crianças e adolescentes. O órgão ministerial busca resolver o problema da ausência de um novo convênio, que auxiliaria na continuidade dos serviços prestados pelo HIVS. A petição argumenta que a protelação por parte do Estado esgota as vias de composição e impõe uma medida mais enérgica do Poder Judiciário.

Para resolver a situação, o MPRN requereu a concessão de tutela da evidência, um instrumento processual que permite a concessão de uma medida satisfativa sem a necessidade de demonstração de perigo de dano, uma vez que a evidência do direito é clara. A petição documenta as tentativas de acordo e a falta de oposição do Estado com provas ou argumentos capazes de gerar uma dúvida razoável.

A relevância da ação reside em sua capacidade de garantir a manutenção de um serviço essencial para a saúde pública de crianças e adolescentes no estado. O Hospital Infantil Varela Santiago é uma unidade de referência pediátrica, e a falta de repasses e do convênio compromete diretamente a assistência à população. A petição demonstra que existe dotação orçamentária suficiente para o convênio, o que torna a omissão do Estado injustificável.

O MPRN ainda solicitou ao Judiciário que determine ao secretário de Saúde que assine o convênio em um prazo improrrogável de 10 dias. Em caso de descumprimento, o Ministério Público pede o bloqueio judicial de R$ 2.802.037,50 na conta única do Estado, valor correspondente ao novo convênio, além da aplicação de uma multa diária de, no mínimo, R$ 10 mil contra a Fazenda Pública Estadual.

Sesap se pronuncia

Após o pedido do MP, a Secretaria de Estado da Saúde Pública se pronunciou em nota.

Confira.

A respeito do convênio com o Hospital Infantil Varela Santiago, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) esclarece que o tempo percorrido para a finalização do novo convênio se deu em virtude das negociações em torno da proposta e a resolução de pendências a respeito da prestação de contas de três convênios anteriores.

A Sesap tem a obrigação legal, exigida pelos órgãos de controle, de realizar a prestação detalhada desses processos, o que causou por fim a demora para a renovação da parceria. O atual convênio está com o seu processo em fase de finalização pela área técnica, para ser encaminhado à assinatura final em breve. A Sesap reconhece a importância da renovação pela relevância do serviço prestado pelo Hospital Varela Santiago ao público infantil e prioriza a manutenção desta relação.

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Abertas inscrições para a 76ª Prova Ciclística Governador Dix-sept Rosado

A Prefeitura de Mossoró, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Sesporte), abriu nesta quarta-feira (17) as inscrições para a 76ª edição da tradicional Prova Ciclística Governador Dix-sept Rosado. O evento, um dos mais antigos da América Latina, será realizado no dia 28 de setembro (domingo), com largada na avenida Rio Branco.

A competição carrega mais de sete décadas de história, consolidando-se como uma das provas ciclísticas mais importantes do Nordeste, atraindo atletas de diferentes estados e fortalecendo a cultura esportiva de Mossoró. Além do prestígio, os ciclistas terão a chance de disputar a premiação de R$ 37.400,00, valor que será distribuído entre todas as categorias participantes.

As inscrições seguem até o dia 24 de setembro, exclusivamente pelo site oficial: www.provaciclistica.prefeiturademossoro.mossoro.rn.gov.br. O valor é de R$ 50,00 por atleta. No ato da inscrição, é necessário apresentar a documentação exigida no regulamento da competição. O Congresso Técnico, que detalhará informações sobre categorias, percurso e regulamento, terá data a ser consultada no mesmo portal.

A programação oficial prevê concentração e largada na avenida Rio Branco, em horários definidos pela organização e divulgados junto ao regulamento. A expectativa é de mais uma grande mobilização esportiva e cultural, reunindo competidores, torcedores e famílias em torno da prova que, ano após ano, reafirma o legado do ciclismo mossoroense.

Serviço – 76ª Prova Ciclística Governador Dix-sept Rosado

  • Data: 28 de setembro de 2025 (domingo)
  • Local: Avenida Rio Branco – Mossoró/RN
  • Concentração e largada: consultar regulamento
  • Congresso Técnico: consultar regulamento
  • Inscrições: de 17 a 24/09, no site oficial
  • Valor da inscrição: R$ 50,00

Premiação: R$ 37.400,00 distribuídos entre todas as categorias

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Como vota o RN na urgência do ‘PL da Anistia’?

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira, a urgência na tramitação da chamada ‘PL da Anistia’.

Foram 311 votos a favor, 166 contra e sete abstenções.

Para aprovação, eram necessários 257 votos.

Aqui no Rio Grande do Norte, votaram a favor da urgência os deputados Benes Leocádio (União Brasil), Carla Dickson (União Brasil), João Maia (PP), Robinson Faria (PP), General Girão (PL) e Sargento Gonçalves (PL).

Votaram contra os petistas Natália Bonavides e Fernando Mineiro.

Ainda não se sabe o conteúdo do texto que deve ir à votação no plenário, possivelmente na semana que vem: se um perdão total aos condenados pelo 8 de Janeiro ou se uma redução das penas.

Os dois cenários podem beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No primeiro, livrando-o da prisão; no segundo, impedindo-o de cumprir a pena em regime fechado, o que garantiria uma pena em regime domiciliar.

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