O senador Rogério Marinho, presidente estadual do PL, realizou uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira para explicar o posicionamento do partido sobre a disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte entre Cadu de Lula (PT) e Allyson Bezerra (União Brasil).
Rogério afirmou que Allyson o procurou para conversar em busca de apoio. No entanto, como o candidato do União Brasil mantém neutralidade na disputa presidencial entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT), o PL também adotará uma posição de neutralidade na eleição estadual.
Apesar da posição oficial do partido, Rogério afirmou que os filiados terão liberdade para decidir se participam do processo eleitoral e se apoiam Allyson. “Cada um dos representantes do PL tem a disposição ou não de participar do processo ou entender de votar no candidato Allyson”, declarou.
Críticas ao PT
O senador evitou criticar Allyson, disse que “entende e respeita” sua posição de neutralidade e focou em críticas ao governo Fátima, descartando alianças com o PT do RN.
“Nós não vamos votar no PT”, afirmou, antes de fazer uma série de críticas à gestão da governadora Fátima Bezerra (PT).
Rogério disse que o Rio Grande do Norte enfrenta problemas de infraestrutura e apresenta indicadores desfavoráveis nas áreas de saúde, educação e segurança, além de dificuldades para realizar investimentos com recursos próprios.
“Estamos falando de oito anos do Partido dos Trabalhadores, que dizimou, como uma nuvem de gafanhotos, a estrutura e a capacidade que o Estado tem de reagir. Desejo boa sorte ao RN”, declarou, ao lado do ex-candidato a governador, Álvaro Dias (PL), da deputada federal eleita Nina Souza (PL), do deputado federal reeleito Sargento Gonçalves (PL) e de outros nomes do partido.
O senador acrescentou que a prioridade do PL é eleger Flávio Bolsonaro presidente da República.
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