Dra. Maria Luísa Capriglione é especialista em reprodução assistida - Foto: web

Não é o tempo que decide quando ser mãe — é você

Com o avanço da medicina reprodutiva, o congelamento de óvulos tem se consolidado como uma alternativa segura para mulheres que desejam adiar a maternidade sem comprometer as chances futuras de engravidar. O procedimento consiste na coleta e preservação dos óvulos em idade fértil, mantendo a qualidade dessas células para uso posterior.

Segundo a especialista em reprodução assistida, Dra. Maria Luísa Capriglione, a técnica permite que a mulher preserve seu potencial reprodutivo no momento em que os óvulos apresentam melhor qualidade, o que pode aumentar significativamente as chances de uma gestação saudável no futuro.

A procura pelo procedimento tem crescido nos últimos anos, impulsionada por mudanças sociais e profissionais. Cada vez mais mulheres optam por priorizar a formação, a estabilidade financeira e projetos pessoais antes de iniciar a maternidade.

Maria Luisa Capriglione destaca que o congelamento de óvulos não é apenas uma decisão médica, mas também uma ferramenta de planejamento de vida. A técnica amplia as possibilidades e reduz a pressão do tempo biológico, permitindo que a maternidade aconteça de forma mais consciente e no momento considerado ideal por cada mulher.

Mais do que uma tendência, o tema reflete uma transformação no papel feminino na sociedade: a maternidade deixa de ser uma imposição do tempo e passa a ser uma escolha.

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Saulo Vale

É formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Uern. Pós-graduado em Assessoria e Gestão da Comunicação. É também correspondente de política de rádios da capital e do interior.

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