O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou, nesta quinta-feira (5), o arquivamento do Inquério nº 4.939, que investigava o deputado federal General Girão (PL) no âmbito das apurações relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023. A decisão acolheu manifestação da Procuradoria-Geral da República, que opinou pela inexistência de provas que justificassem o oferecimento de denúncia.
A defesa de Girão foi conduzida pelo escritório SHCS Advocacia, na pessoa dos advogados Sérgio Sant’Ana e Carlos Ribeiro, responsáveis por acompanhar o caso no Supremo desde a fase inicial da investigação. Durante o andamento do inquérito, o deputado prestou depoimento e apresentou esclarecimentos às autoridades, assistido pelos advogados da banca.
O relatório final da Polícia Federal já havia concluído pela ausência de elementos que demonstrassem participação ou incentivo do deputado aos atos de depredação ocorridos em 8 de janeiro. No mesmo sentido, a Procuradoria-Geral da República afirmou que não surgiram elementos de prova capazes de demonstrar adesão ou auxílio material do parlamentar aos fatos investigados, “não havendo base probatória consistente para o oferecimento de denúncia”.
A decisão de Moraes encerra o inquérito.
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