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Sindicato quer impedir “descontos” e processa prefeita e secretários

Marleide alega descumprimento de acordo

Foto: web

O clima entre Prefeitura de Mossoró e Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindiserpum) continua tenso.

Após secretários afirmarem esta semana que vão descontar os salários dos professores que aderiram ao movimento de greve, o sindicato entrou com uma ação civil pública na 3ª Vara da Fazenda Pública de Mossoró. O processo quer impedir que a Prefeitura desconte os salários dos professores que aderiram à greve de 29 dias letivos, encerrada em 17 de abril.

O sindicato também pede a condenação solidária da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e dos secretários Pedro Almeida, de Administração, e Magali Delfino, de Educação. Ou seja, quer que os três respondam pessoalmente pelos possíveis descontos salariais.

“Houve um acordo no Ministério Público de que os professores vão repor as aulas nos recessos de julho e de dezembro e nos imprensados. Agora, vem com a história de descontar salários. Nós queremos impedir isso e queremos responsabilizar pessoalmente a prefeita e os secretários”, afirmou Marleide Cunha, presidente sindical.

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Saulo Vale

É formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela UERN. Apresentador do Jornal da Tarde, Rádio Rural de Mossoró, e do Enfoque Político, Super TV. É também correspondente de política das rádios da capital e do interior, como 97 FM de Natal, 91 FM de Natal e Rádio Cabugi do Seridó.

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