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RN registra 2º maior saldo da balança comercial do Nordeste

O Rio Grande do Norte apresentou desempenho expressivo no comércio exterior em fevereiro de 2026 e conquistou a segunda posição entre os estados do Nordeste no saldo da balança comercial, indicador que representa a diferença entre exportações e importações. O resultado evidencia a capacidade do estado de gerar receitas externas superiores às suas compras internacionais, reforçando a competitividade da economia potiguar no mercado global.

De acordo com dados analisados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (SEDEC), as exportações potiguares somaram US$ 91,0 milhões, enquanto as importações totalizaram US$ 46,1 milhões, resultando em superávit comercial de US$ 44,8 milhões no mês.

No período, a corrente de comércio do estado, indicador que reúne exportações e importações, atingiu US$ 137,1 milhões, refletindo o dinamismo das relações comerciais do Rio Grande do Norte com o mercado global.

O resultado reafirma o papel estratégico do comércio exterior para o dinamismo da economia potiguar, contribuindo para a geração de divisas, o fortalecimento das cadeias produtivas e a ampliação das oportunidades de inserção do estado nas relações comerciais internacionais.

Destaques das exportações

Entre os principais produtos exportados pelo Rio Grande do Norte em fevereiro de 2026, destacaram-se:

  • Bulhão dourado em formas brutas, para uso não monetário – US$ 30,4 milhões
  • Melões frescos – US$ 18,0 milhões
  • Melancias frescas – US$ 15,0 milhões
  • Óleos brutos de petróleo – US$ 4,9 milhões
  • Gasóleo (óleo diesel) – US$ 4,7 milhões

Os principais destinos das exportações potiguares no período foram:

  • Canadá – US$ 22,0 milhões
  • Países Baixos (Holanda) – US$ 15,8 milhões
  • Espanha – US$ 9,8 milhões
  • Suíça – US$ 9,3 milhões
  • Reino Unido – US$ 8,8 milhões

Importações refletem investimentos produtivos

No campo das importações, os principais produtos adquiridos pelo estado em fevereiro foram:

  • Partes de motores, geradores e grupos eletrogeradores – US$ 20,0 milhões
  • Células fotovoltaicas montadas em módulos ou painéis – US$ 4,5 milhões
  • Máquinas e aparelhos para trabalhar borracha ou plásticos – US$ 4,0 milhões
  • Coque de petróleo não calcinado – US$ 1,7 milhão
  • Sal a granel sem agregados – US$ 862,5 mil

Os principais países de origem dessas importações foram China, Suíça, Estados Unidos, Espanha e Chile.

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Saulo Vale

É formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Uern. Pós-graduado em Assessoria e Gestão da Comunicação. É também correspondente de política de rádios da capital e do interior.

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