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Greve na educação é tudo que o governo menos desejava

Categoria reivindica reajuste, com retroativo

Foto: Divulgação

A greve na educação estadual, confirmada para a próxima segunda-feira (26), é tudo que o Governo Robinson Faria (PSD) não desejava nesse momento, politicamente. 

O impacto negativo da paralisação do maior sindicato do serviço público estadual na imagem do governante é forte. Outros tempo já provaram isso. É um banho de água gelada num momento em que Robinson se articula para reeleição e tenta mostrar ações que, como o governo gosta de dizer, “antes não eram conhecidas”.

O governo resolveu adotar um discurso de enfrentamento à greve. Afirma que o SINTE, o sindicato da categoria, é ligado ao PT e quer mesmo desgastar a imagem dele e preparar terreno para a candidatura da senadora Fátima Bezerra, do PT, ao Governo do RN.

Já o sindicato rebate e afirma que a paralisação é pela implantação do reajuste do magistério, de acordo com o percentual do Ministério da Educação: 6,81%, retroativo a janeiro (data-base), que o governo se nega a dar. Também por melhores condições de trabalho.

A última proposta do governo previa o reajuste parcelado em até seis vezes para aposentados, sem retroativo, e a correção salarial em abril, para os ativos.

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Saulo Vale

É formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela UERN. Apresentador do Jornal da Tarde, Rádio Rural de Mossoró, e do Enfoque Político, Super TV. É também correspondente de política das rádios da capital e do interior, como 97 FM de Natal, 91 FM de Natal e Rádio Cabugi do Seridó.

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