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Governistas se rebelam para não votar orçamento

Segundo turno do orçamento seria votado hoje

Foto: Edilberto Barros

Estava pautada para votação nesta quarta-feira (20) o segundo turno da votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) 2020.

Estava.

A bancada do governo esvaziou o plenário da Câmara, após constatar que não tinha o mínimo de 11 votos necessários para aprovação da LOA. Se insistisse na votação, o orçamento não teria votos para aprovação e repetiria a peça deste ano, aprovada no ano passado. Seria constrangedor para o governo.

As ausências, no plenário, dos vereadores Zé Peixeiro (PTC) e Didi de Arnor (PRB) foram fundamentais para adiar a votação de um dos principais ritos do Orçamento. A dupla estava em seus gabinetes.

Os dois, durante entrevista, tentaram minimizar suas ausências no plenário, mas o recado de insatisfação foi dado ao Palácio da Resistência, sede do governo municipal.

Mais ausências

Ao todo, o governo tem 14 vereadores, mas dois estavam ausentes da sessão desta quarta-feira, por motivo de viagem: Sandra Rosado (PSDB) e Flávio Tácito (PCdoB). 

Mesmo assim, os votos dos 12 presentes garantiriam a aprovação da LOA, se Didi de Arnor e Zé Peixeiro estivessem dispostos a votar o orçamento naquele momento.

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Saulo Vale

É formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela UERN. Apresentador do Jornal da Tarde, Rádio Rural de Mossoró, e do Enfoque Político, Super TV. É também correspondente de política das rádios da capital e do interior, como 97 FM de Natal, 91 FM de Natal e Rádio Cabugi do Seridó.

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