A governadora Fátima Bezerra (PT) desistiu de renunciar ao Governo do Rio Grande do Norte e, consequentemente, de disputar o Senado.
A data prevista para renúncia era dia 4 de abril.
O motivo da desistência de Fátima é claro: a petista não tem os 13 votos necessários para eleger um governador-tampão aliado ao petismo. Na mais otimista das projeções, a governadora teria de seis a oito votos.
Sem essa garantia, não faria sentido Fátima renunciar e entregar o governo à oposição de mãos beijadas em pleno ano eleitoral, visto que o seu vice dissidente, Walter Alves (MDB), vai renunciar para tentar retornar à Assembleia Legislativa.
Em Brasília, nesta semana, a desistência de Fátima foi referendada, inclusive pelo PT nacional.
Nos intramuros, o acordo para, numa eventual reeleição do presidente Lula (PT), a petista assumir um ministério importante, com capilaridade no Nordeste.
PT articula nome
Com a desistência de Fátima, o PT já articula um nome para substitui-la, mas ainda sem consenso. É o da presidente estadual do partido e vereadora natalense Samanda Alves, que foi candidata a deputada federal em 2022.
O PT prepara o anúncio oficial da desistência de Fátima e da provável chegada de Samanda para os próximos dias.
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