“Eu aceito ser nomeada pelo presidente, porque não há nada de ilegal nisso”, afirma Ludimilla

Ludimila fala sobre processo de nomeação
Foto: Portal do RN/ arquivo

Conversei rapidamente com a professora Ludimilla Oliveira, terceira colocada na votação para lista tríplice de reitor da Universidade Federal Rural do Seminário (Ufersa).
– A senhora acha que o mais votado, nesse caso o professor Rodrigo Codes, deve ser o escolhido pela presidência da República para reitoria da universidade?
“Eu vou ser bem sincera com você. A nomeação está unicamente nas mãos do presidente da República. Dizer que o mais votado tem que ser o escolhido é ir contra o processo democrático. O resultado não representa a democracia. Lutamos contra uma máquina avassaladora. As pessoas estavam com medo, amordaçadas. Havia um silêncio. Ninguém queria falar porque tinha medo [de retaliação]. Eu sinceramente acho demagogia defender a nomeação do mais bem votado. Cabe ao presidente da República a escolha e não há nada de ilegal em nomear quem não teve a maioria de votos”, afirmou.
– Mas a senhora vai lutar para ser nomeada?
“Não preciso. Meu currículo já me credencia a isso”.
– A senhora aceitaria ser nomeada?
Eu aceito o cargo, caso seja nomeada, sim. A democracia está em qualquer um dos nomes da lista tríplice ser nomeado. Pode colocar. Eu, Ludimilla Carvalho Serafim de Oliveira, aceito o cargo, caso seja nomeada pelo presidente, porque não há nada de ilegal nisso”.
Ludimilla Oliveira, candidata oposicionista, computou 18,33% dos votos da comunidade acadêmica, ficando em terceiro lugar, atrás de Rodrigo Codes (37,55%) e Jean Berg  (24,84%).
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Saulo Vale

É formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Uern. Pós-graduado em Assessoria e Gestão da Comunicação. É também correspondente de política de rádios da capital e do interior.

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